Sobre estas anotações

Estas anotações são apenas lembretes das aulas expostas em sala, durante a disciplina de ENGENHARIA DE SOFTWARE.

0.0.1 ACESSO Anotações de aula no ceular (github)

https://miguel7penteado.github.io/ADS-TecnologiaInformacaoComunicacoes2025/

0.0.2 Anotações de aula: Suporte para Celulares

No celular o conteúdo pode ser lido no formato EPUB, sendo sugerio os seguintes aplicativos:

0.0.3 Moon+ Reader (Google Play - loja de aplicativos oficial do google)

https://play.google.com/store/apps/details?id=com.flyersoft.moonreader&pcampaignid=web_share

0.0.4 Epub Reader (AppStore - loja de aplicativos oficial da Apple)

https://apps.apple.com/br/app/epub-leitor-ler-epub-chm-txt/id1296870631?platform=iphone

INTRODUÇÃO DA DISCIPLINA

coming soon

0.1 Livros-Texto da disciplina

0.1.1 Bibliografia Básica

( JOÃO, Belmiro N. Sistemas de Informação - São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2019.)

JOÃO, Belmiro N. Informática Aplicada. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2019.

GONÇALVES, G. R. B. Sistemas de informação. Porto Alegre: SAGAH, 2017.

SILVA, K. C. N.; BARBOSA, C.; CÓRDOVA JUNIOR, R. S. Sistemas de informações gerenciais. Porto Alegre: SAGAH, 2018.

0.1.2 Bibliografia Complementar

LAUDON, Kenneth C; LAUDON, Jane P. Sistemas de Informação Gerenciais. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2014.

MUNHOZ, Antônio S. Fundamentos de Tecnologia da Informação e análise de sistemas para não analistas. Curitiba: Intersaberes, 2017.

MARÇULA, M.; BENINI FILHO, P. A. Informática: Conceitos e Aplicações. 5.Ed. São Paulo: Erica: 2019.

RAINER JUNIOR, R. K.; CEGIELSKI, C. G. Introdução a sistemas de informação. - 5. ed. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.

STAIR, Ralph M; REYNOLDS, George W. Princípios de sistemas de informação / Ralph M. Stair. São Paulo: Cengage Learning, 2015.

0.2 CALENDÁRIO DE AULAS E PROVAS

0.2.1 Chácara Santo Antônio

Fevereiro 2025

No. fevereiro 2025 Semana conteúdo
01 17/02/2025 Segunda-feira Inaugural
02 24/02/2025 Segunda-feira Aula 01

Março 2025

No. Março 2025 Semana conteúdo
03 03/03/2025 Segunda-feira Feriado
04 10/03/2025 Segunda-feira Aula 02
05 17/03/2025 Segunda-feira Aula 03
06 24/03/2025 Segunda-feira Aula 04
07 31/03/2025 Segunda-feira NP1

Abril 2025

No. Abril 2025 Semana conteúdo
08 07/04/2025 Segunda-feira Aula 05
09 14/04/2025 Segunda-feira Aula 06
10 21/04/2025 Segunda-feira Aula 07
11 28/04/2025 Segunda-feira Aula 08

maio 2025

No. Maio 2025 Semana conteúdo
12 05/05/2025 Segunda-feira Aula 09
13 12/05/2025 Segunda-feira Aula 10
14 19/05/2025 Segunda-feira NP2
15 26/05/2025 Segunda-feira SUB

junho 2025

No. Junho 2025 Semana conteúdo
12 02/06/2025 Segunda-feira PLANTÃO
13 09/06/2025 Segunda-feira PLANTÃO
14 16/06/2025 Segunda-feira EXAME
15 23/06/2025 Segunda-feira VISTAS

0.2.2 Marquês de São Vicente

Fevereiro 2025

No. Fevereiro 2025 Semana conteúdo
1 05/02/2025 Quarta-feira
1 05/02/2025 Quarta-feira
2 12/02/2025 Quarta-feira
3 19/02/2025 Quarta-feira Inaugural
4 26/02/2025 Quarta-feira Aula 01

Março 2025

No. Março 2025 Semana conteúdo
5 05/03/2025 Quarta-feira Feriado
6 12/03/2025 Quarta-feira Aula 02
7 19/03/2025 Quarta-feira Aula 03
8 26/03/2025 Quarta-feira Aula 04

Abril 2025

No. Abril 2025 Semana conteúdo
9 02/04/2025 Quarta-feira NP1
10 09/04/2025 Quarta-feira Aula 05
11 16/04/2025 Quarta-feira Aula 06
12 23/04/2025 Quarta-feira Aula 07
13 30/04/2025 Quarta-feira Aula 08

Maio 2025

No. Maio 2025 Semana conteúdo
14 07/05/2025 Quarta-feira Aula 09
15 14/05/2025 Quarta-feira Aula 10
16 21/05/2025 Quarta-feira NP2
17 28/05/2025 Quarta-feira SUB

Junho 2025

No. Junho 2025 Semana conteúdo
18 04/06/2025 Quarta-feira PLANTÃO
19 11/06/2025 Quarta-feira PLANTÃO
20 18/06/2025 Quarta-feira EXAME
21 25/06/2025 Quarta-feira VISTAS

0.3 ALUNOS

0.3.1 Chácara Santo Antônio

TURMA até NP1

ID Nome do Aluno RA Turma
001 ANDERSON RAULINO DA SILVA F3620J-8 DS1P40
002 ANTONIO FABIO RIBEIRO SAMPAIO H57HED-2 DS1P40
003 ARTUR HENRIQUE DE OLIVEIRA VIT H750FH-2 DS1P40
004 BARBARA COSTA NASCIMENTO H60306-4 DS1P40
005 BRUNA MEDEIROS DE AGUIAR R81554-4 DS1P40
006 BRUNA SILVA DOS SANTOS H66289-3 DS1P40
007 BRUNO RODRIGUES DE ALMEIDA R8414G-8 DS1P40
008 CAIO CAVALCANTE BRITO H50DJE-3 DS1P40
009 CARLOS EDUARDO SILVA BATISTA R448DE-8 DS1P40
010 CARLOS EDUARDO SILVA SANTANA F362EF-1 DS1P40
011 CAUA HENRIQUE R DOS SANTOS R434FI-4 DS1P40
012 CAUAN NUNES LOPES H6771G-9 DS1P40
013 CLEYTON ALVES DA COSTA G77AIA-8 DS1P40
014 DAVID GABRIEL SILVA DE JESUS F361DG-6 DS1P40
015 EDER RODRIGUES DE ALMEIDA R8459C-7 DS1P40
016 FELIPE DA SILVA OLIVEIRA H57FBC-0 DS1P40
017 FERNANDA CRISTINA DA SILVA R603CJ-7 DS1P40
018 FREDSON SILVA DOS SANTOS R427FB-0 DS1P40
019 GABRIEL PIMENTA DE JESUS H63887-9 DS1P40
020 GABRIEL REZENDE DE BARROS H64CJJ-4 DS1P40
021 GUILHERME AUGUSTO G DE MELO H624HJ-8 DS1P40
022 GUILHERME SOUSA DOS SANTOS H52049-5 DS1P40
023 GUSTAVO RIBEIRO DA SILVA R846HB-8 DS1P40
024 GUSTAVO RODRIGUES DE BARROS R69362-7 DS1P40
025 GUSTAVO RODRIGUES OGNIBENE MIG R692AG-0 DS1P40
026 HECTOR CASTRO DE OLIVEIRA H7477C-8 DS1P40
027 HECTOR FABRO PELLEGRINO R660IJ-4 DS1P40
028 HENRIQUE BASTOS LAET R671IG-1 DS1P40
029 ICARO DA COSTA ROCHA R200DH-0 DS1P40
030 ISABELLE GEÓRGIA MOISÉS DE SOU R8378I-6 DS1P40
031 JERFFERSON DE SOUZA NASCIMENTO H47127-3 DS1P40
032 JOAO PEDRO SILVA CARVALHO N001AE-7 DS1P40
033 JOAO VICTOR LOPES DE SOUZA H6774G-0 DS1P40
034 JOÃO VICTOR RODRIGUES SILVA R83238-4 DS1P40
035 JOÃO VITOR FREITAS DE OLIVEIRA H755HH-9 DS1P40
036 JOÃO VÍTOR SANTOS SILVA H757BB-9 DS1P40
037 KAREN DE SOUSA FARIA R8522D-0 DS1P40
038 LEONARDO ARAUJO FREIRES R659EI-9 DS1P40
039 LINCOLN GUILHERME SANT ANNA BA H7501D-3 DS1P40
040 LORRANY SILVA AMORIM G71CJI-0 DS1P40
041 LUANA GONÇALVES BLASIO R6331J-9 DS1P40
042 LUCAS ALMEIDA MANHAES H75158-6 DS1P40
043 LUCAS PEREIRA SILVA R84302-5 DS1P40
044 LUCAS SOUZA SANTANA R5837H-9 DS1P40
045 LUIS FELIPE SOUSA DA SILVA H6000A-0 DS1P40
046 LUIS FERNANDO ANDRADE SANTOS H71274-2 DS1P40
047 LUIZ FELIPE DANTAS ARAGAO N5313D-6 DS1P40
048 LUIZA NASCIMENTO DA CONCEIÇÃO H66046-7 DS1P40
049 MARIA EDUARDA RODRIGUES ROMÃO R512ED-7 DS1P40
050 MATHEUS BRIGANTI DE OLIVEIRA H74FGI-8 DS1P40
051 MAYSA PONT LOPES T160GF-8 DS1P40
052 PEDRO LIMA DE ALMEIDA SOUZA R80269-8 DS1P40
053 RAQUEL BARBOSA DE SOUZA H70GIB-0 DS1P40
054 THAINA RODRIGUES PAIVA F363IC-2 DS1P40
055 ANDERSON ALVES DE CARVALHO H597EG-4 DS1Q40
056 BRENO BRITO ALMEIDA H76859-4 DS1Q40
057 BRUNO ALVES DE SOUZA R8662A-7 DS1Q40
058 CAMILY DE SOUSA OLIVEIRA ROCHA R8620H-4 DS1Q40
059 DANILO SALGADO PERALTA RIBEIRO R868GI-1 DS1Q40
060 EDUARDO DE SOUSA PEREIRA H759CH-8 DS1Q40
061 GABRIEL GONCALVES ZAGO H75GHA-1 DS1Q40
062 GUILHERME VELOSO R861DH-7 DS1Q40
063 HENDREW DOS SANTOS BRAZ H76FBE-0 DS1Q40
064 HENRIQUE ALEXANDRE DAMACENO H75JAC-6 DS1Q40
065 HUDSON DE JESUS SOUZA R854AI-7 DS1Q40
066 IGOR ZABAY DOS SANTOS SILVA H75BEJ-1 DS1Q40
067 ISAAC LIMA MARTINS R86092-2 DS1Q40
068 LUAN OLIVEIRA CRUZ R866FG-5 DS1Q40
069 LUCAS FERNANDES FIGUEIREDO H76688-5 DS1Q40
070 LUCAS GABRIEL MONTEIRO SILVA R86511-8 DS1Q40
071 LUCIANO DE SOUZA SUZUKI H76902-7 DS1Q40
072 LUISA DOS SANTOS FIALHO R8708B-6 DS1Q40
073 MANUEL DOUGLAS SILVA ALVES H675AE-0 DS1Q40
074 MARIANE CARNEIRO SANTOS R852IG-6 DS1Q40
075 MATHEUS BALIEIRO GONÇALVES R8245A-4 DS1Q40
076 MATHEUS CAVALCANTE DE ALMEIDA R8506E-5 DS1Q40
077 MATHEUS DA SILVA BRITO R839DA-4 DS1Q40
078 MATHEUS KAUÃ VERAS SANTORES R8461B-7 DS1Q40
079 MATHEUS OLIVEIRA LOPES H76751-2 DS1Q40
080 MATHEUS RENATO R864CB-0 DS1Q40
081 MATHEUS SANTOS RIBEIRO G73IBG-5 DS1Q40
082 MICHEL FARIAS DA SILVA R6607C-2 DS1Q40
083 MIGUEL DOS SANTOS MENDES SITOM R540EA-6 DS1Q40
084 MIKAEL MACEDO DA SILVA H671CE-9 DS1Q40
085 NICHOLAS CANDIDO PIOVESAN H6218E-8 DS1Q40
086 NICOLAS TEIXEIRA DE AGUIAR R84924-4 DS1Q40
087 NICOLAS ZEMELLA DE MATOS R58263-9 DS1Q40
088 NICOLLAS RODNEY H7670A-1 DS1Q40
089 PEDRO EDUARDO PAIVA MEIRELES R8699H-4 DS1Q40
090 PEDRO HENRIQUE DE P MEDEIROS R8514D-9 DS1Q40
091 PEDRO HENRIQUE FORNAZARI DE SO R82651-1 DS1Q40
092 PEDRO LEONILDO DA SILVA TEIXEI R65838-4 DS1Q40
093 RAFAEL HENRIQUE H75814-9 DS1Q40
094 RAMON ALVES DA SILVA H6946B-6 DS1Q40
095 RAMON BRIAN GONÇALVES DOS SANT R85236-9 DS1Q40
096 RAMON SANTOS SILVA H75161-6 DS1Q40
097 RAPHAEL CAIQUE DA SILVA NEGREI R85076-5 DS1Q40
098 RHAUAN SILVA ARAUJO R83011-0 DS1Q40
099 RICHARD RODRIGUES MEDEIROS H75556-5 DS1Q40
100 RONALDO C DE GOIS RAMOS R533FB-5 DS1Q40
101 RUAN OLIVEIRA CORREIA H76814-4 DS1Q40
102 TAYNARA NOGUEIRA DOS SANTOS R8439J-1 DS1Q40
103 THAISLA LUIZA SILVA OLIVEIRA R19465-5 DS1Q40
104 THAMYRES BANDEIRA SANTOS H6882F-0 DS1Q40
105 THIAGO FERREIRA DIAS R218BC-1 DS1Q40
106 VICTOR FERREIRA DA S RIBEIRO R851DI-0 DS1Q40
107 VICTOR SANTOS DE OLIVEIRA H766HE-6 DS1Q40
108 VINICIUS FRANCA GARCIA DA CRUZ H7584H-9 DS1Q40
109 VITOR ALEXANDRE DE JESUS AMORI H66EIH-4 DS1Q40
110 VITOR LUIZ LUTA FERNANDES R46599-3 DS1Q40
111 VITÓRIA DE OLIVEIRA VITOR R503IE-5 DS1Q40
112 WILLIAM DA SILVA CARVALHO H5963E-7 DS1Q40
113 YEDA GOMES DOS SANTOS CUSTODIO R87269-6 DS1Q40
114 AUGUSTO HENRIQUE R DA SILVA H767DC-7 TI1P40
115 BRUNO ANTONIO MARQUES F362BF-0 TI1P40
116 CAIO CESAR BALBINO DA SILVA R536FA-6 TI1P40
117 DANIEL GOMES LIMA MIGNAC H76FBJ-0 TI1P40
118 DOUGLAS VINICIUS M DOS SANTOS H6094I-1 TI1P40
119 EDUARDO PASSOS DE OLIVEIRA R65044-8 TI1P40
120 GABRIEL ROQUE DOS SANTOS R6607G-5 TI1P40
121 HEDER RODRIGUES DA SILVA H75696-0 TI1P40
122 ÍTALO KEVIN RODRIGUES DA SILVA R8133G-7 TI1P40
123 JULIA DE LIMA SILVA H76GFI-8 TI1P40
124 KEVIN MACIEL RODRIGUES MACHADO R7994J-6 TI1P40
125 LUAN CARLOS DA ROCHA ARAÚJO H76CEG-9 TI1P40
126 LUCAS FERREIRA CESAR H76993-0 TI1P40
127 LUCAS SOUZA RODRIGUES R837AA-0 TI1P40
128 MARCOS PAULO CORDEIRO GOES H71441-9 TI1P40
129 MARIA EDUARDA R MASCARENHAS H6689G-8 TI1P40
130 MARIA EDUARDA RAMOS DOS SANTOS R8615E-0 TI1P40
131 RAMON BORGES DE HOLANDA R85412-4 TI1P40
132 VICTOR EDUARDO RADIS DE SOUZA R192BB-4 TI1P40
133 VICTOR SANTOS DE OLIVEIRA MARQ R858GG-0 TI1P40

0.3.2 Marquês de São Vicente

1 INTRODUÇÃO A TIC (TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES)

1.1 Conceitos de Sistemas de Informação

1.1.1 O Dado

Conceito de Dados (DATA) segundo Prof Belmiro Nascimento João - USP - (autor SISTEMAS DA INFORMAÇÃO - 2a edição 2017)

Dados são sequências de fatos ainda não analisados, antes de serem organizados e ar­ ranjados de um jeito que as pessoas possam compreendê-los. (João, Belmiro Nascimento - 2017)

Informação é um dado organizado e apresentado de forma útil. (João, Belmiro Nascimento - 2017)

Conhecimento é o resultado da aplicação da informação para tomada de decisão. (João, Belmiro Nascimento - 2017)

Exemplo de Dados versus Informação:

As caixas dos supermercados registram milhões de dados, como o código de barras dos produtos. Se somarmos e analisarmos esses dados, pode­ mos obter informações significativas, como o número total de detergentes vendidos em uma loja ou as vendas por região.

Fonte: LAUDON E LAUDON (2011, Pág 13)

1.1.1.1 Conceito de TIC -Tecnologia da informação e Comunicação segundo Kenneth C. LAUDON, Jane P. LAUDON (2011)

As Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) são um CONJUNTO de tecnologias que combinam:

Tecnologia da Informação (TI): Refere-se ao hardware, software e redes necessários para processar, armazenar e distribuir dados e informações;

Tecnologia da Comunicação: Inclui as tecnologias que facilitam a comunicação e o compartilhamento de informações, como redes de telecomunicações, internet e dispositivos móveis.

1.1.1.2 Conceito de Sistemas de Informação (SI) segundo Kenneth C. LAUDON, Jane P. LAUDON (2011)

Prof Ken C. Laudon (1944 - 2019) e Jane Price Laudon - Universidade Columbia
Prof Ken C. Laudon (1944 - 2019) e Jane Price Laudon - Universidade Columbia

“Tecnicamente, um sistema de informação (Si) é um CONJUNTO DE COMPONENTES RELACIONADOS entre si que COLETAM (ou recuperam), PROCESSAM, ARMAZENAM c DISTRIBUEM [o que ?] INFORMAÇÕES que servem para apoiar a TOMADA DE DECISÕES, a COORDENAÇÃO e o CONTROLE de uma organização.” (LAUDON; LAUDON, 2011)

PERGUNTA: Um SISTEMA DE INFORMAÇÃO (SI) é a mesma coisa que um computador (smartphone) com um software (app)?

a ) sim ? Porque ?_________________________________________________________________________________________

  1. nâo ? Porque ?_________________________________________________________________________________________

1.1.2 As 3 atividades básicas de um Sistema de Informação (SI)

1.1.3 Os Sistemas de Informação e o Mundo dos Negócios

Em uma visão global, segundo JOAO, BELMIRO NASCIMENTO (2018) os Sistemas de Informação dentro das organizações são

soluções para vários problemas e desafios organizacionais. Essa abordagem tem relevância direta para sua carreira, pois seus futu­ros empregadores contratarão você por sua habilidade em resolver problemas e atingir objetivos.(JOÃO, BELMIRO NASCIMENTO - 2018)

1.1.4 A abordagem da resolução de problemas organizacionais

No mundo dos negócios as demandas (ou problemas) podem ser agrupados em 3 categorias:

  • organização;

  • tecnologia;

  • pessoas;

Segundo Kenneth C. LAUDON, Jane P. LAUDON, solucionar probelmas será sempre um processo contínuo de 4 passos:

  1. Identificar [do problema ou demanda];

  2. Receber as propostas para Solução [do problema ou demanda];

  3. Avaliar as propostas e escolher a Solução [do problema ou demanda];

  4. Implantar a SOLUÇÂO escolhida [para resolver o problema ou demanda];

Os 4 passos para solucionar problemas (LAUDON e LAUDON) Detalhes
1- Identificar [problema ou demanda]
  • Como resolver um problema que não sabemos qual é?

  • Os problemas precisam ser definidos pelas pessoas em uma orga­nização antes de serem resolvidos.

2- Propor Solução [problema ou demanda]
  • Identificar soluções viáveis; Custo

  • Evitar “bazuca para matar um pardal”;

  • Usar tecnologia ou usar melhor o “recurso humano” ?

3- Avaliar Propostas [problema ou demanda]
  • Eficiência vs Eficácia !
4- Implantação [problema ou demanda]
  • Qual a melhor solução ? Geralmente aquela que atende e é mais fácil de ser implantada;

1.2 Os diferentes Tipos de Sistemas de Informação

Empresa existe para (cumprir seu propósito que geralmente é) DAR LUCRO !

1.2.0.1 Organizações com fins lucrativos - Empresas

Uma empresa é uma organização formal cujo ob­ jetivo é produzir produtos ou prestar serviços a fim de obter lu­ cro. E como obter lucro? A conta é simples: vendem-se produtos a um preço superior aos custos da produção.

1.2.0.2 Organizações sem fins lucrativos - Fundações Autarquicas - ONGs - Assitência Social - Saúde - Educação - Cultura - Direitos Humanos

As entidades sem fins lucrativos (dentre as quais estão ONGs ) são organizações que têm como objetivo principal promover o bem-estar social, defender causas ou oferecer serviços à comunidade, sem visar lucro financeiro.

1.2.0.3 Organograma de uma Empresa: Uma Representação Visual da Estrutura Organizacional

Um organograma é uma representação gráfica da estrutura interna de uma organização, mostrando a hierarquia, os cargos, as funções e os departamentos que a compõem. Ele serve como um mapa visual da organização, facilitando a compreensão de como as diferentes partes se encaixam e como o poder e a responsabilidade são distribuídos.

1.2.0.4 Organograma Conceitual

Organograma Empresarial - Varejo

Organograma Empresarial - Indústria

Aparece uma “organela” responsável por PRODUÇÃO

Organograma Organizacional - Organização Sem Fins Lucrativos - Orgão Público

Exemplo: organograma da Superintendência Estadual de São Paulo do IBGE - Fundação pública da esfera do Poder Executivo Federal

Missão institucional dessa “organização” federal “Retratar o Brasil com informações necessárias ao conhecimento de sua realidade e ao exercício da cidadania

1.2.1 Organizando uma organização tipo empresa: funções empresariais básicas

Imagine que você queira abrir seu próprio negócio. Você preci­ sará tomar várias decisões: o que produzir ou qual serviço prestar. Essa é uma escolha estratégica, pois vai determinar seus prováveis consumidores, os funcionários de que precisa, os métodos de pro­ dução c muitos outros aspectos. Depois de decidir o que produzir, você deve definir de que tipo de organização vai necessitar. Primeiro, pense em um arranjo de pessoas, máquinas c processos de negócios capaz de produzir. Em segundo lugar, monte uma equipe de marketing e vendas capaz de atrair clientes e vender o produto. Em terceiro, após as vendas, é preciso organizar uma equipe de contabilidade e finanças para cuidar das transações financeiras correntes, como pedidos, faturas e folhas de pagamento. Calma, ainda não acabou: também são necessárias pessoas para cuidar dos assuntos relativos aos funcio­ nários, como recrutamento e capacitação.

Essas quatro funções básicas - que você poderá ver na figura abaixo são encontradas em qualquer empresa. A figura também ajuda a identificar as princi­ pais entidades que formam uma empresa: fornecedores, clientes, funcionários, os salários que ela paga e, é claro, os produtos e serviços que produz.

Fonte: adaptada de Laudon e Laudon (2011, página 37).

Organização -> Conhecimento do Negócio -> Processos Mapeados -> Sistema de Informação Mapeado

Processos do Cliclo de Vida da Produção de um produto (Indústria)

1.3 Sistemas de Informação e Vantagem Competitiva

As empresas que se destacam em seus setores geralmente possuem algum tipo de vantagem competitiva.

As vantagens competitivas podem vir de dois aspectos a seguir:

  • recursos especiais;

  • uso mais eficiente desses recursos;

Vantagem / Sistemas de Informação SI ERP SI SCM SI CRM
Excelência operacional; ALTA ALTA ALTA
Novos produtos, serviços e modelos de negócios; MÉDIA SIM SIM
Relacionamento mais estreito com clientes e fornecedores; MÉDIA ALTA ALTA
Melhor tomada de decisões; EXTREMA ALTA ALTA
Sobrevivência no mercado; ALTA ALTA ALTA

1.4 Tipos de sistemas de informação empresariais

  1. Sistemas de processamento de transações (SPTs); Monitoramento de pedidos de expedição de mercadoria; Monitoramento de pedidos de atendimento;

  2. Sistemas de informações gerenciais (SIGs); Relatório de faltas de funcionário; Relatório de mercadorias com defeito;

  3. Sistemas de apoio à decisão (SADs); Sistemas Business Inteligence;

  4. Sistemas de apoio ao executivo (SAEs); Relatório de vendas consolidado aos acionistas; Relatório de competitividade;

  5. Sistemas integrados (ERP); Gestão e colaboração departamentos;

  6. Sistemas de gestão da cadeia de suprimentos (SCM); Monitoramento de entrega de vendas on-line; Monitoramento Drop-Shipping;

  7. Sistemas de gestão do relacionamento com o cliente (CRM); Relatório de satisfação de clientes; Relatório de Retenção de Clientes;

  8. Sistemas de gestão do conhecimento (SGCs); Sistemas ITL; Sistemas de prestação de suporte técnico;

1.4.1 Sistemas integrados (E.R.P. - Planejamento de Recursos Empresariais ou Enterprise Resource Planning )

O termo ERP foi cunhado pelo Gartner Group em 1990. Um sistema ERP, segundo Davenport (1998)

ERP é um sistema de software que integra todas as áreas funcionais de uma empresa, desde finanças e contabilidade até produção e vendas. ” Davenport, T. H. (1998). Putting the enterprise into the enterprise system. Harvard business review, 76(4), 121-131.

As principais funções de um sistema ERP em empresas do varejo são:

  • Centralizar a gestão operacional

  • Gerir o estoque e os suprimentos

  • Emitir notas fiscais

  • Controlar as finanças

  • Cadastrar clientes e produtos

  • Administrar a empresa

Alguns exemplos de SIs ERPs, em 2025, são:

1.4.2 Sistemas de gestão da cadeia de suprimentos (supply chain management - SCM)

Os SI SCM são ferramentas essenciais para otimizar o fluxo de produtos, informações e finanças desde a origem até o consumidor final. Eles abrangem todas as etapas da cadeia de suprimentos, desde a aquisição de matérias-primas até a entrega do produto final ao cliente.

Segundo Simchi-Levi, D., Kaminsky, P., & Simchi-Levi, E. (2008)

SCMé um SI que faz um conjunto de abordagens utilizadas para INTEGRAR eficientemente FORNECEDORES, ARMAZENS e LOJAS, de modo que as MERCADORIAS sejam PRODUZIDAS e DISTRIBUÍDAS nas QUANTIDADES certas, para os LOCAIS certos e nos MOMENTOS certos, a fim de MINIMIZAR os CUSTOS de todo o sistema, satisfazendo os requisitos de nível de serviço. Designing and managing the supply chain: concepts, strategies, and case studies de David Simchi-Levi, Philip Kaminsky e Edith Simchi-Levi. (2008)

As principais funções de um SI SCM são:

  • Reduzir custos: Otimizando processos, estoques e transportes.

  • Melhorar a eficiência: Agilizando o fluxo de produtos e informações.

  • Aumentar a satisfação do cliente: Garantindo entregas no prazo e produtos de qualidade.

  • Otimizar toda a cadeia de suprimentos: Interligando todas as etapas, desde fornecedores até clientes.

Alguns exemplos de SIs SCMs, em 2025, são:

  • Oracle SCM Cloud;

  • SAP SCM;

  • Blue Yonder (JDA Software);

1.4.3 Sistemas de Relacionamento com Cliente - CRM (Customer Relationship Management)

São SIs de análise de clientes, com o objetivo de melhorar o relacionamento, aumentar a fidelização e impulsionar as vendas. Segundo Kotler, P., & Keller, K. L. (2016), um um CRM pode ser definido assim

Um SI CRM implanta o processo de gerenciar informações detalhadas sobre clientes individuais e gerenciar cuidadosamente todos os pontos de contato do cliente para maximizar a lealdade do cliente. Kotler, P., & Keller, K. L. (2016). Marketing management

As principais funções de um SI CRM são:

  • Coleta e organização de dados: Reunindo informações sobre clientes, histórico de compras, interações e preferências.

  • Automação de processos: Otimizando tarefas de marketing, vendas e atendimento ao cliente.

  • Análise de dados: Identificando padrões e insights para melhorar a tomada de decisões.

  • Personalização do atendimento: Oferecendo experiências individualizadas aos clientes.

Alguns exemplos de SIs CRMs, em 2025, são:

  • Salesforce CRM;

  • Microsoft Dynamics 365;

  • HubSpot CRM;

  • Zendesk Sell;

1.5 Exercícios

1.6 Questões

  1. Qual o papel dos sistemas de informação no ambiente de negócios contemporâneo?

  2. Quais são os objetivos organizacionais dos sistemas de informação?

  3. Qual a diferença entre dados e informações?

  4. Quais são as atividades básicas em um sistema de informação?

  5. O que são abordagens de resolução de problemas organizacionais e como aplicá-las?

  6. O que é uma empresa e quais os seus componentes?

  7. Quais as funções básicas de uma empresa?

  8. Quais os níveis hierárquicos de uma empresa?

  9. Quais os tipos de sistemas de informação empresariais?

  10. O que é colaboração?

  11. Qual a função dos sistemas de informação em uma empresa?

  12. Como usar os sistemas de informação para conquistar vantagem competitiva?

1.7 Testes múltipla escolha

1. Qual das seguintes alternativas descreve melhor o propósito e a função de um Sistema de Planejamento de Recursos Empresariais (ERP)?

  1. Um sistema ERP é utilizado principalmente para gerenciar o relacionamento com os clientes, coletando e analisando dados de interações para melhorar as vendas e o atendimento ao cliente.

  2. Um sistema ERP foca-se na gestão da cadeia de suprimentos, coordenando atividades entre fornecedores, fabricantes e distribuidores para otimizar o fluxo de produtos.

  3. Um sistema ERP é projetado para capturar e aplicar conhecimento dentro da organização, facilitando a criação, o armazenamento e a transferência de expertise entre os funcionários.

  4. Um sistema ERP integra processos de negócios em áreas como manufatura, finanças, vendas e recursos humanos em um único sistema de software, permitindo o acesso e o compartilhamento de informações em toda a organização.

  5. Um sistema ERP serve para analisar dados históricos e atuais da empresa, a fim de identificar tendências de mercado e prever o comportamento do consumidor.

2. Qual das seguintes alternativas descreve melhor a função de um sistema de informação (SI) em uma empresa?

  1. Um SI serve principalmente para gerenciar a cadeia de suprimentos, otimizando o fluxo de produtos desde os fornecedores até os clientes.

  2. Um SI tem como principal função coletar dados brutos e não organizados sobre as operações da empresa.

  3. Um SI é um conjunto de componentes relacionados que coletam, processam, armazenam e distribuem informações para apoiar a tomada de decisões, a coordenação e o controle da organização.

  4. Um SI é usado para transformar dados em informações úteis, apresentando-os de forma organizada e compreensível.

  5. Um SI é utilizado principalmente para integrar todos os processos de negócios da empresa em um único sistema de software, facilitando o acesso e o compartilhamento de dados.

1.8 Respostas questões:

  1. Qual o papel dos sistemas de informação no ambiente de negócios contemporâneo?

Resposta: Ajudar a atingir Objetivos organizacionais, promover a transformação do negócio, promover integração e colaboração das áreas, criar Vantagem competitiva e, finalmente, ajudar na tomada de decisões.

  1. Quais são os objetivos organizacionais dos sistemas de informação?

Resposta: Promover excelência operacional, possibilitar novos produtos e modelos de negócio, ajudar o relacionamento entre clientes e fornecedores.

  1. Qual a diferença entre dados e informações?

Resposta: Dados são sequência de informações ainda não analisados. Informações são dados apresentados de forma útil.

  1. Quais são as atividades básicas em um sistema de informação?

Resposta: Entrada, Processamento e Saída.

  1. O que são abordagens de resolução de problemas organizacionais e como aplicá-las?

Resposta: Identificar Problema, Propor Solução, Escolher Solução, Implantar Solução.

  1. O que é uma empresa e quais os seus componentes?

Resposta: Uma empresa é uma organização formal cujo objetivo é produzir produtos ou prestar serviços a fim de obter lucro. Seus componentes são CLIENTES, FORNECEDORES, FUNCIONÁRIOS, PRODUTOS E SERVIÇOS.

  1. Quais as funções básicas de uma empresa?

Resposta: Manufatura e produção, Vendas e marketing, Recursos humanos e; Finanças e Contabilidade.

  1. Quais os níveis hierárquicos de uma empresa?

Resposta: Gerência sênior (Conselho Diretor e Presidente), Gerência média (Diretores), Gerência operacional (Gerentes), Trabalhadores do conhecimento (analistas setoriais), Trabalhadores de dados (analistas setoriais), Trabalhadores dos serviços ou da produção (chão-de-fábrica).

  1. Quais os tipos de sistemas de informação empresariais?

Resposta: Sistemas integrados (ERP), Sistemas de gestão da cadeia de suprimentos (SCM), Sistemas de gestão do relacionamento com o cliente (CRM) e Sistemas de gestão do conhecimento (SGCs).

  1. O que é colaboração?

Resposta: colaboração é o trabalho com os outros para alcançar metas claras e compartilhadas.

  1. Qual a função dos sistemas de informação em uma empresa?

Resposta: Coletar (ou Recuper), Processar, Armazenar e distribuir INFORMAÇÕES.

  1. Como usar os sistemas de informação para conquistar vantagem competitiva?

Resposta: Melhorando a gestão de processos de negócios.

1.9 Respostas dos testes:

Questão Resposta
1 D
2 C

2 NP1

2.1 Grupos até 2025-03-27

2.1.1 Turma Campus Chácara Santo Antônio

ID Nome do Aluno RA Turma GRUPO NP1 – Trabalho NP1 – Prática
9 CARLOS EDUARDO SILVA BATISTA R448DE-8 DS1P40 GRUPO CONNECTI
95 RAMON BRIAN GONÇALVES DOS SANT R85236-9 DS1Q40 GRUPO CONNECTI
99 RICHARD RODRIGUES MEDEIROS H75556-5 DS1Q40 GRUPO CONNECTI
89 PEDRO EDUARDO PAIVA MEIRELES R8699H-4 DS1Q40 GRUPO CONNECTI
1 ANDERSON RAULINO DA SILVA F3620J-8 DS1P40 GRUPO CORETECH
18 FREDSON SILVA DOS SANTOS R427FB-0 DS1P40 GRUPO CORETECH
92 PEDRO LEONILDO DA SILVA TEIXEI R65838-4 DS1Q40 GRUPO CORETECH
12 CAUAN NUNES LOPES H6771G-9 DS1P40 GRUPO CWE
15 EDER RODRIGUES DE ALMEIDA R8459C-7 DS1P40 GRUPO CWE
78 MATHEUS KAUÃ VERAS SANTORES R8461B-7 DS1Q40 GRUPO CWE
112 WILLIAM DA SILVA CARVALHO H5963E-7 DS1Q40 GRUPO CWE
10 CARLOS EDUARDO SILVA SANTANA F362EF-1 DS1P40 GRUPO CYBER SEED
25 GUSTAVO RODRIGUES OGNIBENE MIG R692AG-0 DS1P40 GRUPO CYBER SEED
39 LINCOLN GUILHERME SANT ANNA BA H7501D-3 DS1P40 GRUPO CYBER SEED
106 VICTOR FERREIRA DA S RIBEIRO R851DI-0 DS1Q40 GRUPO CYBER SEED
50 MATHEUS BRIGANTI DE OLIVEIRA H74FGI-8 DS1P40 GRUPO DEV SQUAD
82 MICHEL FARIAS DA SILVA R6607C-2 DS1Q40 GRUPO DEV SQUAD
105 THIAGO FERREIRA DIAS R218BC-1 DS1Q40 GRUPO DEV SQUAD
28 HENRIQUE BASTOS LAET R671IG-1 DS1P40 GRUPO EDUSOFT SOLUTIONS
116 CAIO CESAR BALBINO DA SILVA R536FA-6 TI1P40 GRUPO GJLC ENTERPRISE
120 GABRIEL ROQUE DOS SANTOS R6607G-5 TI1P40 GRUPO GJLC ENTERPRISE
34 JOÃO VICTOR RODRIGUES SILVA R83238-4 DS1P40 GRUPO GJLC ENTERPRISE
69 LUCAS FERNANDES FIGUEIREDO H76688-5 DS1Q40 GRUPO GJLC ENTERPRISE
60 EDUARDO DE SOUSA PEREIRA H759CH-8 DS1Q40 GRUPO HELIUS HOME
77 MATHEUS DA SILVA BRITO R839DA-4 DS1Q40 GRUPO HELIUS HOME
83 MIGUEL DOS SANTOS MENDES SITOM R540EA-6 DS1Q40 GRUPO HELIUS HOME
3 ARTUR HENRIQUE DE OLIVEIRA VIT H750FH-2 DS1P40 GRUPO INFINITECH
49 MARIA EDUARDA RODRIGUES ROMÃO R512ED-7 DS1P40 GRUPO INFINITECH
84 MIKAEL MACEDO DA SILVA H671CE-9 DS1Q40 GRUPO INFINITECH
17 FERNANDA CRISTINA DA SILVA R603CJ-7 DS1P40 GRUPO INFINITECH
11 CAUA HENRIQUE R DOS SANTOS R434FI-4 DS1P40 GRUPO INOVATECH
35 JOÃO VITOR FREITAS DE OLIVEIRA H755HH-9 DS1P40 GRUPO INOVATECH
124 KEVIN MACIEL RODRIGUES MACHADO R7994J-6 TI1P40 GRUPO INOVATECH
127 LUCAS SOUZA RODRIGUES R837AA-0 TI1P40 GRUPO INOVATECH
128 MARCOS PAULO CORDEIRO GOES H71441-9 TI1P40 GRUPO INOVATECH
75 MATHEUS BALIEIRO GONÇALVES R8245A-4 DS1Q40 GRUPO INOVATECH
102 TAYNARA NOGUEIRA DOS SANTOS R8439J-1 DS1Q40 GRUPO INOVATECH
4 BARBARA COSTA NASCIMENTO H60306-4 DS1P40 GRUPO INTEGRATECH
5 BRUNA MEDEIROS DE AGUIAR R81554-4 DS1P40 GRUPO INTEGRATECH
57 BRUNO ALVES DE SOUZA R8662A-7 DS1Q40 GRUPO INTEGRATECH
23 GUSTAVO RIBEIRO DA SILVA R846HB-8 DS1P40 GRUPO INTEGRATECH
37 KAREN DE SOUSA FARIA R8522D-0 DS1P40 GRUPO INTEGRATECH
6 BRUNA SILVA DOS SANTOS H66289-3 DS1P40 GRUPO INVEST
118 DOUGLAS VINICIUS M DOS SANTOS H6094I-1 TI1P40 GRUPO INVEST
26 HECTOR CASTRO DE OLIVEIRA H7477C-8 DS1P40 GRUPO INVEST
48 LUIZA NASCIMENTO DA CONCEIÇÃO H66046-7 DS1P40 GRUPO INVEST
7 BRUNO RODRIGUES DE ALMEIDA R8414G-8 DS1P40 GRUPO LEGACY
24 GUSTAVO RODRIGUES DE BARROS R69362-7 DS1P40 GRUPO LEGACY
90 PEDRO HENRIQUE DE P MEDEIROS R8514D-9 DS1Q40 GRUPO LEGACY
129 MARIA EDUARDA R MASCARENHAS H6689G-8 TI1P40 GRUPO LEGACY
59 DANILO SALGADO PERALTA RIBEIRO R868GI-1 DS1Q40 GRUPO LOGIC LAB
61 GABRIEL GONCALVES ZAGO H75GHA-1 DS1Q40 GRUPO LOGIC LAB
46 LUIS FERNANDO ANDRADE SANTOS H71274-2 DS1P40 GRUPO LOGIC LAB
91 PEDRO HENRIQUE FORNAZARI DE SO R82651-1 DS1Q40 GRUPO LOGIC LAB
56 BRENO BRITO ALMEIDA H76859-4 DS1Q40 GRUPO MINOS BUSINESS
80 MATHEUS RENATO R864CB-0 DS1Q40 GRUPO MINOS BUSINESS
100 RONALDO C DE GOIS RAMOS R533FB-5 DS1Q40 GRUPO MINOS BUSINESS
38 LEONARDO ARAUJO FREIRES R659EI-9 DS1P40 GRUPO NEW TIME
109 VITOR ALEXANDRE DE JESUS AMORI H66EIH-4 DS1Q40 GRUPO NEW TIME
32 JOAO PEDRO SILVA CARVALHO N001AE-7 DS1P40 GRUPO NEXTCON
51 MAYSA PONT LOPES T160GF-8 DS1P40 GRUPO NEXTCON
111 VITÓRIA DE OLIVEIRA VITOR R503IE-5 DS1Q40 GRUPO NEXTCON
31 JERFFERSON DE SOUZA NASCIMENTO H47127-3 DS1P40 GRUPO OFFICE SOLUTIONS
131 RAMON BORGES DE HOLANDA R85412-4 TI1P40 GRUPO OFFICE SOLUTIONS
96 RAMON SANTOS SILVA H75161-6 DS1Q40 GRUPO OFFICE SOLUTIONS
108 VINICIUS FRANCA GARCIA DA CRUZ H7584H-9 DS1Q40 GRUPO OFFICE SOLUTIONS
13 CLEYTON ALVES DA COSTA G77AIA-8 DS1P40 GRUPO QUANTUM SOLUTIONS
40 LORRANY SILVA AMORIM G71CJI-0 DS1P40 GRUPO QUANTUM SOLUTIONS
104 THAMYRES BANDEIRA SANTOS H6882F-0 DS1Q40 GRUPO QUANTUM SOLUTIONS
113 YEDA GOMES DOS SANTOS CUSTODIO R87269-6 DS1Q40 GRUPO QUANTUM SOLUTIONS
8 CAIO CAVALCANTE BRITO H50DJE-3 DS1P40 GRUPO SERVERP
14 DAVID GABRIEL SILVA DE JESUS F361DG-6 DS1P40 GRUPO SERVERP
43 LUCAS PEREIRA SILVA R84302-5 DS1P40 GRUPO SERVERP
67 ISAAC LIMA MARTINS R86092-2 DS1Q40 GRUPO SHOPSTREAM
125 LUAN CARLOS DA ROCHA ARAÚJO H76CEG-9 TI1P40 GRUPO SHOPSTREAM
44 LUCAS SOUZA SANTANA R5837H-9 DS1P40 GRUPO SHOPSTREAM
87 NICOLAS ZEMELLA DE MATOS R58263-9 DS1Q40 GRUPO SHOPSTREAM
36 JOÃO VÍTOR SANTOS SILVA H757BB-9 DS1P40 GRUPO SISTEMAX
52 PEDRO LIMA DE ALMEIDA SOUZA R80269-8 DS1P40 GRUPO SISTEMAX
2 ANTONIO FABIO RIBEIRO SAMPAIO H57HED-2 DS1P40 GRUPO SOFTSOLUTION
21 GUILHERME AUGUSTO G DE MELO H624HJ-8 DS1P40 GRUPO SOFTSOLUTION
115 BRUNO ANTONIO MARQUES F362BF-0 TI1P40 GRUPO TAC
119 EDUARDO PASSOS DE OLIVEIRA R65044-8 TI1P40 GRUPO TAC
122 ÍTALO KEVIN RODRIGUES DA SILVA R8133G-7 TI1P40 GRUPO TAC
58 CAMILY DE SOUSA OLIVEIRA ROCHA R8620H-4 DS1Q40 GRUPO TECVENTURE
30 ISABELLE GEÓRGIA MOISÉS DE SOU R8378I-6 DS1P40 GRUPO TECVENTURE
41 LUANA GONÇALVES BLASIO R6331J-9 DS1P40 GRUPO TECVENTURE
53 RAQUEL BARBOSA DE SOUZA H70GIB-0 DS1P40 GRUPO TECVENTURE
110 VITOR LUIZ LUTA FERNANDES R46599-3 DS1Q40 GRUPO TOP TEC
64 HENRIQUE ALEXANDRE DAMACENO H75JAC-6 DS1Q40 GRUPO TOPTEC
42 LUCAS ALMEIDA MANHAES H75158-6 DS1P40 GRUPO TOPTEC
19 GABRIEL PIMENTA DE JESUS H63887-9 DS1P40 GRUPO UNIFY COMMERCE
73 MANUEL DOUGLAS SILVA ALVES H675AE-0 DS1Q40 GRUPO UNIFY COMMERCE
93 RAFAEL HENRIQUE H75814-9 DS1Q40 GRUPO UNIFY COMMERCE
63 HENDREW DOS SANTOS BRAZ H76FBE-0 DS1Q40 GRUPO UNIFY COMMERCE
33 JOAO VICTOR LOPES DE SOUZA H6774G-0 DS1P40 GRUPO UNIFY COMMERCE
20 GABRIEL REZENDE DE BARROS H64CJJ-4 DS1P40 GRUPO ZERO
76 MATHEUS CAVALCANTE DE ALMEIDA R8506E-5 DS1Q40 GRUPO ZERO
81 MATHEUS SANTOS RIBEIRO G73IBG-5 DS1Q40 GRUPO ZERO
103 THAISLA LUIZA SILVA OLIVEIRA R19465-5 DS1Q40 GRUPO ZERO
121 HEDER RODRIGUES DA SILVA H75696-0 TI1P40 GRUPO ZONA EVOLUTIVA
86 NICOLAS TEIXEIRA DE AGUIAR R84924-4 DS1Q40 GRUPO ZONA EVOLUTIVA
98 RHAUAN SILVA ARAUJO R83011-0 DS1Q40 GRUPO ZONA EVOLUTIVA
65 HUDSON DE JESUS SOUZA R854AI-7 DS1Q40
22 GUILHERME SOUSA DOS SANTOS H52049-5 DS1P40
123 JULIA DE LIMA SILVA H76GFI-8 TI1P40
133 VICTOR SANTOS DE OLIVEIRA MARQ R858GG-0 TI1P40
16 FELIPE DA SILVA OLIVEIRA H57FBC-0 DS1P40
55 ANDERSON ALVES DE CARVALHO H597EG-4 DS1Q40
114 AUGUSTO HENRIQUE R DA SILVA H767DC-7 TI1P40
117 DANIEL GOMES LIMA MIGNAC H76FBJ-0 TI1P40
62 GUILHERME VELOSO R861DH-7 DS1Q40
27 HECTOR FABRO PELLEGRINO R660IJ-4 DS1P40
29 ICARO DA COSTA ROCHA R200DH-0 DS1P40
66 IGOR ZABAY DOS SANTOS SILVA H75BEJ-1 DS1Q40
68 LUAN OLIVEIRA CRUZ R866FG-5 DS1Q40
126 LUCAS FERREIRA CESAR H76993-0 TI1P40
70 LUCAS GABRIEL MONTEIRO SILVA R86511-8 DS1Q40
71 LUCIANO DE SOUZA SUZUKI H76902-7 DS1Q40
45 LUIS FELIPE SOUSA DA SILVA H6000A-0 DS1P40
72 LUISA DOS SANTOS FIALHO R8708B-6 DS1Q40
47 LUIZ FELIPE DANTAS ARAGAO N5313D-6 DS1P40
130 MARIA EDUARDA RAMOS DOS SANTOS R8615E-0 TI1P40
74 MARIANE CARNEIRO SANTOS R852IG-6 DS1Q40
79 MATHEUS OLIVEIRA LOPES H76751-2 DS1Q40
85 NICHOLAS CANDIDO PIOVESAN H6218E-8 DS1Q40
88 NICOLLAS RODNEY H7670A-1 DS1Q40
94 RAMON ALVES DA SILVA H6946B-6 DS1Q40
97 RAPHAEL CAIQUE DA SILVA NEGREI R85076-5 DS1Q40
101 RUAN OLIVEIRA CORREIA H76814-4 DS1Q40
54 THAINA RODRIGUES PAIVA F363IC-2 DS1P40
132 VICTOR EDUARDO RADIS DE SOUZA R192BB-4 TI1P40
107 VICTOR SANTOS DE OLIVEIRA H766HE-6 DS1Q40

2.1.2 Turma Campus Marquês de São Vicente

ID NOME DO ALUNO TURMA RA GRUPO NP1 – Trabalho NP1 – Prática
38 LUIS DE OLIVEIRA PRIMO GR DS1R13 H677FD-0 GRUPO 01 2,00
41 MATEUS LACERDA DE SOUZA GR DS1R13 T135DJ-4 GRUPO 01 2,00
46 MURILO DA SILVA MOREIRA GR DS1R13 R649IJ-0 GRUPO 01 2,00
76 TALES CLAHONOR LIMA SILVA GR DS1S13 H7479E-9 GRUPO 01 2,00
9 EMYLY ESTHER K DOS SANTOS GR DS1R13 H760IH-0 GRUPO 02
45 MURILLO AP CRUZ DOS SANTOS GR DS1R13 H74EGJ-0 GRUPO 02
51 ARTHUR ALVES DA SILVA GR DS1S13 R8046E-3 GRUPO 02
74 SARAH KETHELYN LACERDA BARBOSA GR DS1S13 H70BGE-8 GRUPO 02
25 KAIKE DANTAS R DA COSTA GR DS1R13 H66CAF-7 GRUPO 03
47 NICHOLAS RODRIGUES DE SOUZA GR DS1R13 H71986-0 GRUPO 03
72 RYAN ALVES HANADA GR DS1S13 H67622-3 GRUPO 03
26 KARINE MIRANDA PORTO GR DS1R13 H5880J-3 GRUPO 04
30 KEMILLY SANTOS NASCIMENTO GR DS1R13 H74GCC-6 GRUPO 04
95 YARA XAVIER ARRUDA GR DS1S13 H5823A-3 GRUPO 04
65 RAISSA DA SILVIA GR DS1S13 H7505B-6 GRUPO 04
31 KLEITON FACHETTI GR DS1R13 F35JJB-8 GRUPO 05
36 LUCAS BATISTA GOMES GR DS1R13 H593AD-5 GRUPO 05
39 LUKAS EMANUEL SILVA C DE SOUZA GR DS1R13 H0315I-7 GRUPO 05
57 PABLO FAUSTO AMARAL DE SOUZA GR DS1S13 H724CC-9 GRUPO 06
91 VITOR DA SILVA BITTENCOURT GR DS1S13 H7555C-6 GRUPO 06
8 EDUARDA LAVIERI JANUÁRIO GR DS1R13 H763EB-0 GRUPO 07
21 JOÃO FELIPE SOUZA TELES GR DS1R13 H75FAH-1 GRUPO 07
93 WELLINGTON ALVES DE F FILHO GR DS1S13 H67HHB-2 GRUPO 07
59 PEDRO CARVALHO SILVA GR DS1S13 H74BGA-7 GRUPO 08
61 PEDRO HENRIQUE DA F SOUSA GR DS1S13 R57796-1 GRUPO 08
89 VINICIUS SANTIM DE JESUS GR DS1S13 G87JIA-0 GRUPO 08
49 NIKOLAS KENNEDY SANTOS MOURA GR DS1R13 H7227B-7 GRUPO 09
63 RAFAELA GOMES MEINTS GR DS1S13 H66JCH-2 GRUPO 09
67 RICHARD GABRIEL V CARDOZO GR DS1S13 H70BIA-0 GRUPO 09
97 YURI HIGUCHI DE SOUSA GR DS1S13 R8386I-8 GRUPO 09
10 FELIPE AUGUSTO SALLES DA SILVA GR DS1R13 H762BD-9 GRUPO 10
53 MARIA EDUARDA RAMOS DA SILVA GR DS1S13 R862FC-7 GRUPO 10
56 NICOLAS AUGUSTO DE BRITO PAULI GR DS1S13 H763HE-7 GRUPO 10
75 TAINA ASSADA LANZO GR DS1S13 R835BI-0 GRUPO 10
13 GABRIEL CARNEIRO SANDES GR DS1R13 R661DD-5 GRUPO 11
33 LETICIA SILVA MELO GR DS1R13 R8002B-4 GRUPO 11
48 NICOLAS GABRIEL ANDRADE GONÇALVES GR DS1R13 R556GF-5 GRUPO 11
64 RAFAELA ROSATI UNTI GR DS1S13 R838BB-1 GRUPO 11
15 GABRIEL VICTOR DUQUE FREITAS GR DS1R13 H67449-2 GRUPO 12
32 LEONARDO BARBOZA LEAO GR DS1R13 N08803-6 GRUPO 12
82 VALERIA ARTUR DE OLIVEIRA GR DS1S13 H7504A-0 GRUPO 12
16 GIOVANI RODRIGUES DE AQUINO RE GR DS1R13 R86424-3 GRUPO 13
90 VITOR ANDRE SATURNINO DA SILVA GR DS1S13 H7539G-5 GRUPO 13
1 CAIO JOSE DA SILVA GR DS1R13 R8603E-9 GRUPO 15
23 JULIA DA SILVA CORREA GR DS1R13 R829IH-2 GRUPO 15
60 PEDRO DOS SANTOS MOTA GR DS1S13 R84672-5 GRUPO 15
88 VINICIUS RIBEIRO CANDIDO GR DS1S13 H3371I-0 GRUPO 15
19 GUSTAVO COSTA MENDONCA GR DS1R13 R859DD-0 GRUPO 16
29 KEMELLY MARIA FERNANDES LIMA GR DS1R13 R8676J-6 GRUPO 16
66 RICARDO COMPRI GR DS1S13 R68912-3 GRUPO 16
78 THALLES ARAUJO ROCHA GR DS1S13 H76072-0 GRUPO 16
43 MATHEUS PEREIRA DA SILVA GR DS1R13 R39568-5 GRUPO 17
12 GABRIEL ARRUDA DOS SANTOS GR DS1R13 H763DG-4 GRUPO 18
44 MICHAEL DOUGLAS G DOS SANTOS GR DS1R13 H72286-1 GRUPO 18
83 VICTOR GOIABEIRA DE ANDRADE GR DS1S13 H7606G-0 GRUPO 18
85 VINICIUS CABRAL DE ARRUDA GR DS1S13 H6769I-7 GRUPO 18
2 CAMILLY NUNES DOS SANTOS GR DS1R13 H765GJ-3 GRUPO 19
14 GABRIEL DOS SANTOS ALMEIDA GR DS1R13 R868BE-2 GRUPO 19
62 PEDRO HENRIQUE DE PAULA SANTOS GR DS1S13 H762DC-5 GRUPO 19
68 ROGER BRANDÃO PERES BRAGA GR DS1S13 H76518-8 GRUPO 19
35 LUCAS ALMEIDA DOS SANTOS GR DS1R13 R8622B-0 GRUPO 20
69 ROMULO RODRIGUES GR DS1S13 H763JH-6 GRUPO 20
73 SAMUEL HENRIQUE OLIVEIRA LIMA GR DS1S13 R841HJ-1 GRUPO 20
86 VINICIUS DOS SANTOS ALVES GR DS1S13 R8623B-7 GRUPO 20
5 CAUE GUEDES DOS SANTOS GR DS1R13 R8575D-4 GRUPO 21
17 GUILHERME DONEGÁ DIAS GR DS1R13 R6676H-0 GRUPO 21
81 TOMÁS MATOS BASSO GR DS1S13 H75FGF-9 GRUPO 21
40 MARCUS VINICIUS GOMES SANTANA GR DS1R13 R8699C-3 GRUPO N
27 KAUÃ OLIVEIRA ROSSI GR DS1R13 R87071-5 GRUPO N
34 LUANA ELOISE CASSAMASSIMO GR DS1R13 H767FG-4 GRUPO N
37 LUCAS YAMAGUCHI SOARES GR DS1R13 R861JF-4 GRUPO N
3 CARLOS HENRIQUE DA SILVA RODRIGUES GR DS1R13 R875CF-4
4 CASSIO HENRIQUE SILVA GR DS1R13 H76BFC-7
6 CHARLES DELBOUX JÚNIOR GR DS1R13 R19933-9
7 DANILO A R CHAVES DE OLIVEIRA GR DS1R13 G71BID-6
11 FELLIPE ARRUDA M DOS SANTOS GR DS1R13 H7643A-4
18 GUILHERME GIMENEZ CARNEIRO GR DS1R13 R872HC-7
20 HENRIQUE DA SILVA GOMES GR DS1R13 H76ADB-8
22 JOAO PEDRO MARQUES DE OLIVEIRA GR DS1R13 R87336-6
24 JULIO DOS REIS DA SILVA GR DS1R13 H15134-1
28 KAUAN DANIEL CERQUEIRA TOMAZ GR DS1R13 R653CA-0
42 MATHEUS GONÇALVES DE OLIVEIRA GR DS1R13 H4669I-2
50 PEDRO HENRIQUE FARIA DA SILVA GR DS1R13 F36452-6
52 JOÃO MAICON EVANGELISTA DA SILVA GR DS1S13 H76IDG-0
54 MATHEUS SANTOS R DA SILVA GR DS1S13 F3646D-5
55 MIGUEL VICTOR OLIVEIRA ELIAS GR DS1S13 R86349-2
58 PAULO HENRIQUE MOREIRA ARAUJO GR DS1S13 R877FF-9
70 RUAN HENRIQUE ROCHA FRANCO GR DS1S13 R87411-7
71 RUAN KEVEN DA SILVA OLIVEIRA GR DS1S13 R86256-9
77 TANIA NOGUEIRA MIRANDA GR DS1S13 F363BH-2
79 THIAGO INACIO DE SOUSA GR DS1S13 R604FA-1
80 TIAGO OLIVEIRA DOS SANTOS SILVA GR DS1S13 R85913-4
84 VICTOR UVA MARTINS GR DS1S13 H7626G-2
87 VINICIUS MANGUES OLIVEIRA GR DS1S13 H76616-8
92 VITORIA ROCHA PACHECO GR DS1S13 R868DI-0
94 WENDEHL JUNIOR ALVES SANTOS GR DS1S13 H7529J-3
96 YURI AYRES GR DS1S13 R863EC-6

2.2 Apresentação Trabalho NP1

Este trabalho substitui a primeira prova (NP1) do primeiro bimestre de 2025.

Este trabalho levará o aluno a fazer um estudo de mercado para obter financiamento de um investidor para montar uma EMPRESA/CONSULTORIA DE IMPLANTAÇÃO DE ERPs de terceiros.

Dinâmica: o trabalho será desenvolvido em grupo de até 4 alunos (o grupo simulará uma startup).

O trabalho deve ser entregue impresso em tamanho A4, uma cópia por aluno (como se fosse individual).

O trabalho deverá ter no mínimo 5 e no máximo 10 folhas.

2.3 NP1 – TRABALHO DE SUBSTITUIÇÃO DE PROVA P1 - PESQUISA

2.3.1 1- CAPA

UNIP – UNIVERSIDADE PAULISTA

CURSO: TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

DISCIPLINA – TIC – TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO

TÍTULO: PLANO Captação de Investimento para empresa “CONSULTORIA E IMPLANTAÇÃO ERP+ COMERCIO ELETRÔNICO” - GRUPO número “x” [onde x é definido pelo professor]

  • NOME: Integrante 1 NOME: Integrante 2 NOME: Integrante 3 NOME: Integrante 4

PROFESSOR: Miguel Suez Xve Penteado

2.3.2 2- Agradecimentos e dedicatórias:

NÃO VAI FAZER

2.3.3 3- Sumário:

( introdução pág x , justificativa pág y, objetivo pág z … )

2.3.4 4- Resumo:

“ESTE ESTUDO DO GRUPO X PROVOU QUE UMA EMPRESA DO RAMO DE CONSULTORIA E IMPLANTAÇÃO DE SOLUÇÃO ERP + COMERCIO ELETRÔNICO É VIAVEL, SEGUNDO LEVANTAMENTO DAS PESQUISAS X,Y,Z DO(S) ORGÃO(S) X(Y,Z)”

2.3.5 5-Justificativa:

“ UMA VEZ COMPROVADA A DEMANDA POR IMPLANTAÇÃO DE SOFTWARE TIC ERP E CRM + SCM (REPRESENTADAS SUAS FUNCIONALIDADES NO E-COMERCE), JUSTIFICA-SE O INVESTIMENTO EM STARTUPs DESTA NAUTREZA”

2.3.6 6-Objetivo:

LEVANTAR OS DADOS QUE PROVAM AO INVESTIDOR QUE COMPENSA INVESTIR EM UMA STARTUP DE IMPLANTAÇÃO DE Sis ERP+E-COMERCE.

2.3.7 7 – introdução

SOMOS O GRUPO X, NOSSO GRUPO IMPLANTA ERPs INTEGRADOS A COMERCIO ELETRÔNICO. MAS O QUE VEM A SER UM ERP ? [EXPLICA O QUE É UM ERP SEGUNDO NOSSOS LIVROS TEXTO]. E O QUE É COMERCIO ELETRÔNICO ? [EXPLICA]. QUAL A VANTAGEM COMPETITIVA DE UMA EMPRESA QUE TEM ESSES SI(s) ? [EXPLICA E PODE USAR OS NOSSOS LIVROS-TEXTO COMO REFERÊNCIA]

2.3.8 8- Revisão Bibliográfica:

“EMPRESAS DE CONSULTORIA EM TIC PARA IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS TIPO ERP E COMERCIO ELETRÔNICO DÃO LUCRO EM 2025. SEGUNDO AS ÚLTIMAS PESQUISAS …. FOI COMPROVADO A NECESSIDADE DA POPULAÇÃO EM TAL TIPO DE SOFTWARE, E POR CONSEQUÊNCIA, EMPRESAS QUE IMPLANTAM ESSE TIPO DE SOFTWARE DÃO LUCRO…”

Segundo A PESQUISA 1 – TANTAS EMPRESAS SE INFORMATIZARAM NOS ULTIMOS 5 ANOS.., SEGUNDO A PESQUISA 2, TANTAS PESSOAS COMPRARAM DA INTERNET NOS ULTIMOS 5 ANOS. SEGUNDO A PESQUISA 3, HÁ TANTAS PESSOAS BUSCANDO ENSINO A DISTÂNCIA

2.3.9 9-Materiais e Métodos

COLHI TAL DADO, E CHEGUEI A TAL INFORMAÇÃO DE TAL PESQUISA;

2.3.10 10-Resultados

PODEMOS CONCLUIR O CONHECIMENTO1 DE QUE … A PARTIR DA INFORMAÇÃO1;

PODEMOS CONCLUIR O CONHECIMENTO2 DE QUE … A PARTIR DA INFORMAÇÃO2;

PODEMOS CONCLUIR O CONHECIMENTO3 DE QUE … A PARTIR DA INFORMAÇÃO3;

2.3.11 11- Discussão

O CONHECIMENTO1 JUSTIFICA O INVESTIMENTO NA NOSSA STARTUP DO GRUPO X, QUE IMPLANTA Sis ERP+COMÉRCIO ELETRÔNICO;

O CONHECIMENTO2 JUSTIFICA O INVESTIMENTO NA NOSSA STARTUP DO GRUPO X, QUE IMPLANTA Sis ERP+COMÉRCIO ELETRÔNICO;

2.3.12 12-Conclusão

POR ISSO TUDO, OU SEJA CONHECIMENTO1, CONHECIMENTO2, CONHECIMENTO3… COMPROVAMOS QUE COMPENSA O IVESTIMENTO NA EMPRESA DO GRUPO X. CONVIDO VOCÊ A SER NOSSO SÓCIO;

2.3.13 13-Referencias Bibliográficas

PESQUISA 1…

PESQUISA 2…

PESQUISA 3…

2.4 Formação dos Grupos

O professor está criando as tabelas de grupos conforme a disposição que os alunos passaram e postará aqui.

2.5 Parte Prática - Implantar um E-commerce atrelado a um ERP

Estudo de Caso:

Suponha que você tem uma empresa (consultoria) de implantação de ERP com e-commerce.

Neste exemplo, o nome de sua empresa (consultoria) é DATALEVE.

Suponha que sua Empresa de Implantação de ERP acabou de ganhar um cliente.

O nome do seu cliente é Anderson Silva.

Anderson Silva gostaria de vender camisetas da com estampa da sua marca pessoal poe e-commerce.

Ele contratou sua consultoria para implantar o ERP que irá vender as camisetas via e-commerce.

2.5.1 Ter em posse os dados do cliente:

Informações da Pessoa Física (ou do sócio administrador , no caso de empresa)
Nome do Cliente
CPF do Cliente
RG do cliente
Endereço do Cliente
Telefone do Cliente
e-mail do cliente

Caso seja empresa (pessoa jurídica), peça mais essas informações

Dados da empresa
CNPJ do sócio administrador
Inscrição Estadual da loja
Inscrição Municipal da Loja

2.6 Começando a Impantação do ERP

O ERP escolhido para este estudo de caso é um ERP tipo SAAS (Software como serviço), ou seja, um software ERP WEB. A solução ERP escolhida neste estudo de caso foi o ERP BLING https://www.bling.com.br/. A solução de e-commerce escolhida neste estudo de caso para integrar a funcionalidade de e-commerce com o ERP anterior foi a https://www.nuvemshop.com.br/.

Ambas soluções oferecem planos gratuítos onde o aluno pode estudar o caso simulando um ambiente real.

2.6.1 Impantando o ERP

Destaca-se que neste ambiente de simulação, não vamos explorar a parte de controle FISCAL dos ERPs. Desta forma: - Não vamos cadastrar certificados de pessoa jurídica (CNCP digital); - Portanto não vamos emitir nenhum tipo de nota fiscal; - E, portanto, não vamos cadastrar meios de pagamento eletrônicos no e-commerce;

2.6.1.1 Iniciar castrando seu cliente na solução ERP

Comece inserindo os dados do seu cliente no ERP

Entre com os dados so seu cliente

2.6.1.2 Começar a cadastrar EMPRESA (Conceito de “Módulo CONTROLE CADASTROS” dos ERPs)

2.6.1.2.1 Começar a cadastrar a EMPRESA (pessoa física ou jurídica)

2.6.1.2.2 Começar a cadastrar as categorias dos produtos (pessoa física ou jurídica)

2.6.1.2.3 Começar a cadastrar os produtos (pessoa física ou jurídica)

2.6.1.2.4 Começar a cadastrar o estoque (Conceito de “Módulo CONTROLE DE ESTOQUE” dos ERPs)

2.6.1.3 Começar a cadastrar PDV (Ponto de Venda) da parte física da loja (Conceito de “Módulo de vendas - PDV” dos ERPs)

2.6.2 Impantando o E-COMMERCE (parte virtual loja)

2.6.3 ATIVE a PLATAFORMA DE E-COMMERCE

2.6.3.1 cadastre a empresa do cliente na platafroma de e-commerce

2.6.3.2 cadastre as categorias de produtos na loja on-line

2.6.3.3 mapeie o código das categorias de produtos na loja on-line para colocar no ERP depois

2.6.4 Inicie a amarração (integração) do e-commerce com o ERP (começando no e-commerce)

2.6.4.1 Instale o aplicativo (API) de conexão no e-commerce

2.6.4.2 Instale o aplicativo (API) de conexão no ERP

2.6.4.3 Faça agora o mapeamento do código das categorias do e-commerce no ERP

2.6.4.4 Faça agora a exportação dos produtos

2.6.4.5 Parabéns, hora de começar a testar seu e-commerce.

2.6.5 INICIANDO O PROCESSO DE VENDA SIMULADA NO E-COMMERCE INTEGRADO AO ERP:

2.6.5.1 Configurar no e-commerce um ou mais MEIO(s) DE PAGAMENTO

No e-commerce (nuvemshop nesse caso) vá atá a aba de configuração.

Procure pelo menu “Meio de Pagamento”

Aqui temos várias opções disponíveis para o dinheiro vir do comprador até a empresa (seu cliente) dona do site de e-commerce:

  1. Cartões de Débito ( Via “mercado pago”, “núvem pago”, “Cielo”, “Rede” etc )

  2. Cartões de Crédito ( Via “mercado pago”, “núvem pago”, “Cielo”, “Rede” etc

  3. Via boleto

  4. Via PIX

  5. (pesonalizado) Via troca de conversa whatsapp, onde manualmente o cliente termina a compra, pega a chave pix da loja virtual pelo whatsapp ou e-mail por exemplo, paga e envia o comprovante no whatsapp ou e-mail da loja virtual/e-commerce. Nessa modalidade, não há necessidade de se cadastrar em meios de pagamento, e portanto, não há cobrança de taxas pelos meios-de-pagamento. Utilizaremos esse método para nosso estudo de caso.

Localize o meio de pagamento personalizado

Ative esse tipo de meio-de-pagamento.

Ative apenas a opção “A combinar” (referente a fazer a conferência de pagamento manualmente).

Pronto. Apenas confirme que seu meio de pagamento está configurado e ativado.

2.6.5.2 Simulação do comprador comprando uma camiseta

2.6.5.3 Aprovação manual da compra

2.6.5.3.1 Cliente recebe status da compra (pedido e status de pagamento)

Neste ponto o comprador recebe um e-mail informando:

Número do pedido No caso esse número é o #100
Status do pagamento Informa que está aguardando pagamento

2.6.5.3.2 Cliente manda comprovante de pagamento

2.6.5.3.3 parte 01 - liberação pedido de venda no e-commerce

2.6.5.3.4 parte 02 - Fechar venda no ERP ( dar baixa no estoque e lançamento de contas )

OBS: conforme combiando, por razões de limitações do estduo de caso, não vamos emitir nota fiscal para esta venda.

Acesse o módulo de vendas. Entre em pedidos de venda.

Veja qu o sistema já puxou a venda do e-commerce, mas pelo processo estar no “modo manual”, precisamos fazer o sistema:

Ações manuais sobre a venda Descrição e importância
1- Atualizar o estoque De 2 camisetas pretas existentes na loja, 1 foi vendida, portanto restando apenas 1 para vender
2- Atualizar as contas O valor da venda, sem o frente, foi de R$ 90,00. Portanto entrou R$ 90,00 nas contas a receber.
3- Fechar a venda dentro do ERP Regra de ERP: para pode emitir nota fiscal e mandar embalar a camiseta, é preciso fechar o pedido primeiro.

Verifique o status atual da sua venda que foi recebida do e-commerce:

Atualize o estoque seguindo os passos abaixo:

Atualize as contas seguindo os passos abaixo:

Feche a venda seguindo os passos abaixo

Coloque uma observação (já que você fez o processo manualmente).

Pronto, agora é só verificar a sua venda finalizada.

Parabéns para você que chegou aqui!

Você implantou um e-commerce gerenciado por ERP para um cliente.

2.7 CASO DE SUCESSO NO BRASIL DE UMA STARTUP, NESSE CASO ESPECÍFICAMENTE, DE I.A.

2.7.1 Fundada por brasileiro, CrewAI capta R$ 100M e atrai CEO da OpenAI

A matéria completa está em https://startups.com.br/negocios/fundada-por-brasileiro-crewai-capta-r-100m-e-atrai-ceo-da-openai/

2.7.2 CrewAI: Um guia com exemplos de sistemas de múltiplos agentes de IA

Como testar a ferramenta crewai através dos pacotes python crewai-tools crewai

https://www.datacamp.com/pt/tutorial/crew-ai

2.8 Lista de 100 Startups Brasileiras de Sucesso

id Nome Área de Atuação
1 Nubank Serviços financeiros digitais
2 iFood Entrega de comida e mercado
3 QuintoAndar Plataforma de aluguel e compra de imóveis
4 Loft Compra e venda de imóveis
5 Creditas Empréstimos com garantia
6 Gympass Plataforma de bem-estar e atividades físicas
7 MadeiraMadeira Venda online de móveis e artigos para casa
8 VTEX Plataforma de comércio digital
9 CargoX Plataforma de logística e transporte
10 Neon Banco digital
11 EBANX Processamento de pagamentos
12 Hotmart Plataforma de produtos digitais
13 Loggi Logística para e-commerce
14 Wildlife Studios Desenvolvimento de jogos
15 Stone Soluções de pagamento
16 RD Station Automação de marketing e vendas
17 Conta Azul Software de gestão para pequenas empresas
18 Descomplica Educação online
19 Facily E-commerce social
20 Olist Plataforma para vendas online
21 Docket Gestão de documentos
22 Alice Plano de saúde
23 Daki Supermercado online
24 Hashdex Gestão de criptoativos
25 Kavak Compra e venda de carros usados
26 unico Identidade digital
27 Buser Transporte rodoviário
28 Pagar.me Soluções de pagamento online
29 Rappi Entrega de diversos produtos
30 Zé Delivery Entrega de bebidas
31 Petlove Produtos e serviços para pets
32 Sami Plano de saúde
33 Kovi Aluguel de carros por assinatura
34 Warren Plataforma de investimentos
35 Liv Up Alimentação saudável
36 Trybe Escola de programação
37 Amaro E-commerce de moda
38 Cortex Inteligência de dados
39 Infracommerce Soluções para e-commerce
40 Gupy Recrutamento e seleção
41 Flash Benefícios Benefícios corporativos
42 Méliuz Cashback e cupons
43 Omie Software de gestão para PMEs
44 Dr. Consulta Clínicas populares
45 Zenklub Saúde mental
46 PicPay Carteira digital
47 Creditas Auto Empréstimos com garantia de veículo
48 99 Aplicativo de mobilidade urbana
49 C6 Bank Banco digital
50 CloudWalk Pagamentos digitais
51 Neon Pagamentos Banco digital
52 Quero Educação Educação
53 Loft Plataforma de compra e venda de imóveis
54 Creditas Plataforma de empréstimos online
55 Gympass Plataforma de bem-estar corporativo
56 MadeiraMadeira E-commerce de produtos para casa
57 VTEX Plataforma de e-commerce
58 CargoX Plataforma de transporte de cargas
59 Neon Pagamentos Banco digital
60 EBANX Processamento de pagamentos
61 Hotmart Plataforma de produtos digitais
62 Loggi Logística para e-commerce
63 Wildlife Studios Desenvolvimento de jogos
64 Stone Soluções de pagamento
65 RD Station Plataforma de automação de marketing
66 Conta Azul Software de gestão para pequenas empresas
67 Descomplica Educação online
68 Facily Plataforma de compras online
69 Olist Plataforma de vendas online
70 Docket Plataforma de gestão de documentos
71 Alice Plano de saúde
72 Daki Supermercado online
73 Hashdex Gestão de criptoativos
74 Kavak Compra e venda de carros usados
75 unico Plataforma de identidade digital
76 Buser Transporte rodoviário
77 Pagar.me Soluções de pagamento online
78 Rappi Aplicativo de entrega
79 Zé Delivery Entrega de bebidas
80 Petlove E-commerce de produtos para pets
81 Sami Plano de saúde
82 Kovi Aluguel de carros por assinatura
83 Warren Plataforma de investimentos
84 Liv Up Plataforma de alimentação saudável
85 Trybe Escola de programação
86 Amaro E-commerce de moda
87 Cortex Plataforma de inteligência de dados
88 Infracommerce Soluções para e-commerce
89 Gupy Plataforma de recrutamento e seleção
90 Flash Benefícios Plataforma de benefícios corporativos
91 Méliuz Plataforma de cashback e cupons
92 Omie Software de gestão para pequenas empresas
93 Dr. Consulta Clínicas populares
94 Zenklub Plataforma de saúde mental
95 PicPay Carteira digital
96 Creditas Auto Empréstimos com garantia de veículo
97 Neon Pagamentos Banco digital
98 99 Aplicativo de mobilidade urbana
99 C6 Bank Banco digital
100 CloudWalk Pagamentos digitais

3 INFRAESTRUTURA DE TIC

3.1 Introdução:

No mundo da infraestrutura de TIC das empresas, diferentemente da área de desenvolvimento de software, é necessário conhecer e certificar-se em tecnologiasa e boas práticas de gestão departamental integrada ao negócio central (core business) da empresa.

A seguir, iremos conhecer as tecnologias e serviços de TIC presentes nos departamentos de tecnologia da informação das organizações em 2025, bem como as boas prtaicas de gestão para administrar tais departamentos.

3.2 Componentes da Infraestrutura de TIC

Em uma empresa, a infraestrutura de TIC precisa de 3 elementos fundamentais para funcionar:

  • Hardware;

  • Software;

  • Pessoas especializadas;

3.2.1 Hardware

Fazem parte do cabedal de hadware das empresas:

Estações de Trabalho (WorkStations) - É um computador direcionado a atividades profissionais que, frequentemente, demandam bastante desempenho no processamento de dados;

Computadores Pessoais (Laptops e Desktops) - Um Computador Pessoal empresarial é um computador de mesa com capacidade dimensionada para uso em empresas e organizações visando tratar tarefas administrativas dos departamentos. O mesmo se aplica aos computadores portáteis empresariais (laptops);

Dispositivos móveis (Smartphones e Tablets) - Os smartphones e tablets empresarias são aparelho celular fornecido por uma empresa para que os colaboradores usem no trabalho, normalmente customizados com configurações avançadas, como e-mail corporativo, aplicativos de gestão de projetos e CRM (Sistema de Relacionamento com Clientes) ;

3.2.2 Redes de Computadores

  • Roteadores: Direcionam o tráfego de dados entre redes. Operam em camada de rede OSI “3”. Podem ser roteadores internos à empresa (Roteadores Internos ao Sistema Autônomo de Roteamento) ou roteadores de borda (Roteadores Externos ao Sistema Autônomo de Roteamento).
Roteador exclusivo CISCO de pequeno porte - Interno ao Sistema Autônomo (AS)
Roteador exclusivo CISCO de pequeno porte - Interno ao Sistema Autônomo (AS)
Roteador exclusivo CISCO de grande porte - Roteador de Borda - externo ao Sistema Autônomo (AS)
Roteador exclusivo CISCO de grande porte - Roteador de Borda - externo ao Sistema Autônomo (AS)
  • Switches: Conectam dispositivos dentro de uma rede local da empresa (LAN - Local Area Network). camada de rede OSI “2”
Comutador (Switch) de camada “2” de 48 portas energizáveis (PoE) para dados e telefonia IP
Comutador (Switch) de camada “2” de 48 portas energizáveis (PoE) para dados e telefonia IP
  • Firewalls: Protegem a rede contra acessos não autorizados e ameaças externas.
Firewall da empresa Palo Alto modelo PA-850
Firewall da empresa Palo Alto modelo PA-850
  • Pontos de Acesso Wi-Fi: Permitem a conexão sem fio à rede. camada de rede OSI “2”

    Os pontos de acesso de rede sem fio (WI-FI) formam uma grande célula wi-fi na empresa. A célula, tal qual um siwitch virtual, tem apenas a função de conectar os dispositivos, geralmente os dispositivos móveis, a rede local da empresa (LAN - Local Area Network).

  • Cabos e Conectores: A infraestrutura física para conectar os dispositivos. camada de rede OSI “1”

3.2.3 Software

3.2.3.1 Sistemas Operacionais

Windows Linux MacOS FreeBSD NetBSD OpenBSD
Windows Linux MacOS FreeBSD NetBSD OpenBSD

Sistemas Operacionais são softwares fundamentais que gerenciam o hardware e os recursos do sistema. Exemplos de Sistemas Operacionais

Microsoft Windows

Distribuições Linux

Apple MacOS

Unix FreeBSD

Unix NetBSD

Unix OpenBSD

3.2.3.2 Aplicações Empresariais

Softwares ERPs

Aplicações Empresariais são softwares utilizados para as atividades de negócio

(ex: ERP, CRM, sistemas de gestão de RH, sistemas de contabilidade).

ERP BLING

ERP SAP

ERP TOTVS

ERP LINX

3.2.3.3 Softwares de Produtividade

Microsoft Office - Word Excel Powerpoint Teams Visio Edge Forms Publisher Access
Microsoft Office - Word Excel Powerpoint Teams Visio Edge Forms Publisher Access
Software de Produtividade são ferramentas para criação de documentos, planilhas, apresentações, e-mail (ex: Microsoft Office, Google Workspace).

3.2.3.4 Softwares de Segurança

Karspersky Norton Suricata IPTables PF Nmap Wireshark
Karspersky Norton Suricata IPTables PF Nmap Wireshark

Software de Segurança é uma categoria de software onde se enquadram os antivírus, anti-malware, sistemas de detecção de intrusão (IDS), sistemas de prevenção de intrusão (IPS). Exemplos de Softwares de Segurança

Karspersky (Anti-vírus)

Norton (Anti-vírus)

Suricata (IDS - detector de Intrusão)

IPTables (Firewall nativo do Linux)

PF (Firewall nativo do Unix FreeBSD)

NMAP (Mapeador de portas TCP/IP)

Wireshark (Farejador - sniffer - de pacotes de rede)

3.2.3.5 Softwares de Gerenciamento de Rede

SolarWinds Nagios Zabbix Cacti
SolarWinds Nagios Zabbix Cacti
Software de Gerenciamento de Rede é uma categoria deferramentas para monitorar e gerenciar a infraestrutura de rede.

3.2.3.6 Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBDs)

  • Bancos de Dados: Sistemas para armazenar e gerenciar grandes volumes de dados de forma organizada (ex: SQL Server, Oracle, MySQL).

Paradigma relacional

Postgres

Mysql

Microsoft SQL Server

IBM DB2

Oracle

Paradigma não-relacional

Cassandra

MongoDB

Paradigma Grafo

neo4J

Paradigma Hierárquico

Active Directory

OpenLDAP

3.2.3.7 Middleware: Software que permite a comunicação e a troca de dados entre diferentes aplicações.

Tipo de MiddleWare Exemplo de Middleware
Filas de Mensagens

Apache Kafka

RabbitMQ

Tipo de MiddleWare Exemplo de Middleware
Enterprise Service BUS (ESB)

Apache Camel

Mulesoft

Tipo de MiddleWare Exemplo de Middleware
APIs Gateways

KONG

TYK

Tipo de MiddleWare Exemplo de Middleware
Middleware de Banco de Dados (ORM)

Hibernate (java)

SQLAlchemy (python)

soci (c++)

Tipo de MiddleWare Exemplo de Middleware
Computação Distribuida

CORBA

JAVA RMI

3.2.3.8 Softwares de Virtualização

Software de Virtualização: Permite executar múltiplos sistemas operacionais e aplicações em um único servidor físico.

Oracle Virtualbox (gratuito)

Microsoft Hyper-V

VMWARE Wokstation

GNU QEMU (emulador)

Linux KVM (Módulo do kernel)

3.2.3.9 Softwares de Backup e Recuperação

Sistemas de Backup e Recuperação: Software para automatizar e gerenciar os processos de backup e restauração de dados.

3.2.4 Serviços de TIC

Serviços de TIC
Tipo de Serviço Corporativo Descrição Softwares servidores do serviço
Correio eletrônico - E-Mail

Método de comunicação digital que permite o envio e recebimento de mensagens através da internet;

Softwares que implantam o serviço eletrônico são o postfix, microsoft exchange, dovecot e o smtpd;

Compartilhamento de Arquivos

Permite aos usuários armazenar, acessar e distribuir arquivos digitais pela internet;

Softwares que implantam o serviço eletrônico são o File Server do Windows, Samba (Linux), NFS (Linux e Unix);

Compartilhamento de Impressoras

Permite que vários computadores em uma rede corporativa utilizem uma única impressora;

Softwares que implantam o serviço de impressão na rede são CUPS (linux) e o Spool de Impressão do Windows;

Serviço de Nomes de Domínio - DNS

É essencialmente a “lista telefônica” da internet. Ele traduz nomes de domínio amigáveis (como “google.com”) em endereços IP numéricos (como “172.217.160.142”), que os computadores usam para se comunicar entre si.

Softwares que implantam o serviço de nomes de domínio na rede são Bind (Linux) e o Active Directory (Windows);

Gerenciamento de usuários da rede corporativa

Um serviço de gerenciamento de usuários de rede corporativa, também conhecido como domínio, é um sistema centralizado que permite aos administradores de TI controlar e gerenciar o acesso de usuários e recursos em uma rede corporativa;

Softwares que implantam o serviço de nomes de domínio na rede são OpenLdap (Linux) e o Active Directory (Windows);

Gerenciamento de páginas web e publicações corporativas

Um serviço de publicação de informações e documentos visando a propagação de informações internas e a colaboração entre equipes.

Softwares que implantam o serviço de páginas web e publicações corporativas são o servidor web Apache (Linux e Unix), o servidor web NGINX (Linux e Unix), o IIS (Internet Information Service) da Microsoft e, mais recentemente, o seviço Sharepoint da Microsoft;

3.3 Gestão do Departamento de TIC nas empresas

3.3.1 ITSM

A Gestão de Serviços de Informática chamada (GSTI) ou, no inglês, ITSM (IT Service Management) tem por objetivo prover um serviço de TI com qualidade e alinhado às necessidades do negócio, buscando redução de custos a longo prazo.

Nos últimos 40 anos, tem-se reunido boas práticas de Gestão de Serviços de Informática chamada ao ponto de criar “bibliotecas”, ou seja, coleções de boas práticas. Vejamos as duas mais famosas:

3.3.1.1 ITIL (Information Technology Infrastructure Library)

O ITIL (Information Technology Infrastructure Library) é um conjunto de melhores práticas para o gerenciamento de serviços de Tecnologia da Informação (TI). Ele fornece um framework abrangente e flexível que as organizações podem usar para alinhar seus serviços de TI com as necessidades de seus negócios. O ITIL ajuda as empresas a otimizar seus processos de TI, melhorar a qualidade dos serviços, reduzir custos e aumentar a satisfação do cliente.

Atualmente, a AXELOS é a proprietária do ITIL e responsável por sua evolução e pelas certificações relacionadas.

Para dar uma noção sobre melhores práticas de gestão de processos de TIC, utilizaremos o framework ITIL em sua versão 2 (2001), uma vez que o mesmo possui apenas 10 processos de Gestão de TIC divididos em dois grupos chamdos disciplinas ITIL.

3.3.1.1.1 Processos ITIL Versão 2 (2001)
Grupo de Processos (Disciplina ITIL v2) Processos
“GRUPO” SUPORTE A SERVIÇO

01- Gestão de Incidentes

02- Gestão de Problemas

03- Gestão de Mudanças

04- Gestão de Liberação

05- Gestão Configuração

“GRUPO” ENTREGA DE SERVIÇO

06- Gestão de Nível de Serviço

07- Gestão de Disponibilidade

08- Gestão de Capacidade

09- Gestão de Continuidade de Serviços TIC

10- Gestão Financeira para Serviços de TIC

3.3.1.1.2 Processos do grupo SUPORTE A SERVIÇOS DE TIC

O ITIL descreve melhores práticas para gestão de serviços de TIC. A Disciplina (agrupamento) de Suporte ao Serviço e a Disciplina (agrupamento) de Fornecimento de serviço combinadas oferecem o recurso de Gerenciamento de Serviço de TIC a uma organização. Inter-relacionamentos complexos entre todas as dez disciplinas do Gerenciamento de Serviços interagem para garantir que a infraestrutura de TI forneça um alto nível de serviço aos negócios.

3.3.1.1.2.1 01- Gestão de Incidentes

O processo “Service Desk e Gerenciamento de Incidentes” visa restaurar os Serviços de TI para seus Níveis de Serviço definidos o mais rápido possível O processo também é responsável por receber e processar Solicitações de Serviço, por auxiliar os usuários e por coordenar a Resolução de Incidentes com Grupos de Suporte Especializados. Ao longo do processo, os usuários são informados em intervalos regulares sobre o status de seus incidentes.

3.3.1.1.2.2 02- Gestão de Problemas

O objetivo do Processo de Gerenciamento de Problemas é resolver a causa raiz dos Incidentes e evitar a recorrência de Incidentes relacionados a esses erros. Ele fornece Gerenciamento de Incidentes com Correções Temporárias (Soluções) e Soluções Permanentes para Erros Conhecidos. O Gerenciamento Proativo de Problemas identifica e resolve Problemas antes que os Incidentes ocorram, por exemplo, analisando tendências no Uso de Serviços de TI ou investigando Incidentes históricos.

3.3.1.1.2.3 03- Gestão de Mudanças

No Processo de Gerenciamento de Mudanças, todas as alterações na infraestrutura de TI e seus componentes (Itens de Configuração) são autorizadas e documentadas, a fim de garantir que os efeitos de interrupção na operação em execução sejam reduzidos ao mínimo. As etapas de implementação são planejadas e comunicadas, a fim de reconhecer possíveis efeitos colaterais o mais cedo possível. O Gerente de Mudanças e (para Mudanças de maior alcance) o Conselho Consultivo de Mudanças (CAB) são responsáveis por isso. Existe um procedimento específico para emergências, lidando com Mudanças Urgentes.

3.3.1.1.2.4 04- Gestão de Liberação

O Processo de Liberação de Mudanças é responsável pela implementação de mudanças aprovadas na Infraestrutura de TI, para que estas sejam realizadas de forma eficaz, segura e verificável. As tarefas deste processo incluem planejamento, monitoramento e implementação dos respectivos Rollouts ou Rollins em coordenação com o Gerenciamento de Mudanças anteriormente citada.

3.3.1.1.2.5 05- Gestão Configuração

As informações sobre Infraestrutura e Serviços necessárias para o Gerenciamento de Serviços de TI são disponibilizadas pelo Gerenciamento de Configuração. As alterações são documentadas e o status atualizado das informações é verificado regularmente. Com isso, informações atualizadas e históricas sobre os Itens de Configuração (CIs) estão continuamente disponíveis no Banco de Dados de Gerenciamento de Configuração (CMDB).

3.3.1.1.3 Processos do grupo ENTREGA DE SERVIÇOS DE TIC
3.3.1.1.3.1 06- Gestão de Nível de Serviço

O Gerenciamento de Nível de Serviço tem as tarefas de manter o Catálogo de Serviços da Organização de TI e alcançar acordos vinculativos para Desempenho de Serviços internos e externos. Na interface com o cliente, os Contratos de Nível de Serviço são acordados. O Gerente de Nível de Serviço é responsável pelo monitoramento dos parâmetros de qualidade acordados e, quando necessário, recorre a contramedidas. A prestação adequada de Serviços de TI internos é assegurada através de Acordos de Nível Operacional e Contratos de Apoio (OLAs/UCs).

3.3.1.1.3.2 07- Gestão de Disponibilidade

O Gerenciamento de Disponibilidade permite que as Organizações de TI sustentem a disponibilidade da infraestrutura de TI para atender aos Níveis de Serviço acordados definidos nos SLAs. Ele monitora constantemente os níveis de disponibilidade alcançados e, quando necessário, realiza medidas corretivas.

3.3.1.1.3.3 08- Gestão de Capacidade

O Gerenciamento de Capacidade suporta a provisão ideal e econômica de Serviços de TI, ajudando as Organizações de TI a combinar seus Recursos de TI (Software, Hardware, Recursos Humanos) com as necessidades de negócios. O processo envolve estimativas de demanda futura, que são a base para o planejamento de necessidades futuras de capacidade, resultando no Plano de Capacidade.

3.3.1.1.3.4 09- Gestão de Continuidade de Serviços TIC

O Gerenciamento de Continuidade de Serviço de TI define e planeja todas as medidas e processos para eventos imprevistos de desastre. A análise regular de vulnerabilidades, ameaças e riscos representa uma base para precauções adequadas.

3.3.1.1.3.5 10- Gestão Financeira para Serviços de TI

O Gerenciamento Financeiro para Serviços de TI garante o uso mais econômico dos recursos financeiros de TI e cobra dos clientes pela prestação de Serviços de TI. Durante este período, deve ser alcançada uma relação equilibrada entre qualidade e custos, tendo simultaneamente em conta os requisitos do cliente. A realização do planeamento orçamental regular e o apuramento dos meios financeiros aprovados é também uma das tarefas da Gestão Financeira.

3.4 Principais Certificações de TIC para analistas de infraestrutura iniciando na área em 2025:

Característica ITIL® 4 Foundation COBIT® 2019 Foundation Cisco Certified Network Associate (CCNA)
Organização PeopleCert (em nome da AXELOS) ISACA® Cisco Systems, Inc.
Área Principal Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) Governança e Gestão de TI (EGIT) Redes de Computadores
Foco Melhores práticas para entregar e suportar serviços de TIC de forma eficaz e eficiente. Foco no valor para o negócio. Framework para alinhar a TIC com os objetivos de negócio, gerenciando riscos e recursos de forma otimizada. Instalação, configuração, operação e troubleshooting de redes (switches e roteadores). Fundamentos de segurança e automação de redes.
Público-Alvo Profissionais de TI em geral (suporte, operações, desenvolvimento, gestão), gerentes de projeto, analistas de negócio. Auditores de TI, gerentes de TI, profissionais de risco, conformidade (compliance) e segurança da informação, consultores. Técnicos de rede, administradores de rede, engenheiros de rede juniores, técnicos de suporte com foco em infraestrutura.
Nível Fundamental / Iniciante Fundamental / Iniciante Associado / Iniciante-Intermediário (bastante técnico)
Principais Conceitos Abordados Sistema de Valor de Serviço (SVS), 4 Dimensões do Gerenciamento de Serviços, Princípios Orientadores, Cadeia de Valor de Serviço, Práticas ITIL (visão geral). Princípios do Sistema de Governança, Princípios do Framework de Governança, Domínios (APO, BAI, DSS, MEA), Objetivos de Governança e Gestão, Fatores de Desenho. Modelo OSI e TCP/IP, Endereçamento IP (IPv4/IPv6), Sub-redes, Switching (VLANs, STP), Roteamento (OSPF), WLANs, NAT, DHCP, DNS, Fundamentos de Segurança, Automação básica.
Benefício para Iniciantes Fornece linguagem comum e compreensão dos processos de entrega de serviços, útil em quase qualquer função de TI. Ajuda a entender como a TI agrega valor. Oferece visão sobre como a TI se encaixa na estratégia e nos controles do negócio. Valioso para quem se interessa por auditoria, segurança ou gestão. Desenvolve habilidades práticas e conhecimento técnico profundo em redes, essencial para funções de infraestrutura. Altamente reconhecida no mercado de redes.
Versão Atual (Maio 2025) ITIL 4 COBIT 2019 CCNA (Exam 200-301 é o atual, mas o nome da certificação é CCNA)

3.5 Exercícios de Fixação

3.5.1 Testes de múltipla escolha

TESTE 01
O que serve como base para todos os sistemas de informação em uma empresa, fornecendo o fundamento sobre o qual as operações de TIC podem ser construídas?
  1. Aplicações de software
  1. Tecnologia de gestão de dados
  1. Infraestrutura de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC)
  1. Processos de negócio
  1. Interfaces de usuário
TESTE 02
De acordo com as fontes que referenciam o livro de Laudon, qual das seguintes alternativas é considerada um dos cinco elementos principais da infraestrutura de TI ?
  1. Relacionamento com clientes
  1. Estratégias de marketing
  1. Cultura organizacional
  1. Serviços de tecnologia
  1. Relatórios financeiros
TESTE 03
Dentro da Gestão do Departamento de TIC, o Processo de Gestão de Liberação é responsável por qual atividade?
  1. Planejar futuras necessidades de capacidade
  1. Sustentar a disponibilidade da infraestrutura
  1. Implementar mudanças aprovadas na infraestrutura de TI de forma eficaz, segura e verificável.
  1. Organizar os dados da empresa
  1. Desenvolver aplicações de software
TESTE 04
O processo que permite às Organizações de TI sustentar a disponibilidade da infraestrutura de TI para atender aos Níveis de Serviço acordados (SLAs) é conhecido como:
  1. Gestão de Capacidade
  1. Gestão de Configuração
  1. Gestão de Problemas
  1. Gestão de Incidentes
  1. Gestão de Disponibilidade
TESTE 05
Qual processo suporta a provisão ideal e econômica de Serviços de TI, ajudando as Organizações de TI a combinar seus Recursos de TI (Software, Hardware, Recursos Humanos) com as necessidades de negócios?
  1. Gestão de Liberação
  1. Gestão de Nível de Serviço
  1. Gestão Financeira
  1. Gestão de Capacidade
  1. Gestão de Continuidade de Negócio
TESTE 06
A Biblioteca ITIL em sua Versão 2 (2001) propõe na totalidade os seguintes processos de gestão de TIC para as organizações:
  1. 05 processos conhecidos como grupo de processos de suporte a serviço: Gestão de Incidentes, Gestão de Problemas, Gestão de Mudanças, Gestão de Liberação e Gestão Configuração.
  1. 05 processos conhecidos como grupo de processos de entrega de serviço: Gestão de Incidentes, Gestão de Problemas, Gestão de Mudanças, Gestão de Liberação e Gestão Configuração.
  1. 10 processos conhecidos como grupo de processos de suporte a serviço: Gestão de Incidentes, Gestão de Problemas, Gestão de Mudanças, Gestão de Liberação, Gestão Configuração, Gestão de Nível de Serviço, Gestão de Disponibilidade, Gestão de Capacidade, Gestão de Continuidade de Serviços TIC e Gestão Financeira para Serviços de TIC
  1. 05 processos conhecidos como grupo de processos de suporte a serviço: Gestão de Incidentes, Gestão de Problemas, Gestão de Mudanças, Gestão de Liberação, Gestão Configuração; e 05 processos conhecidos como grupo de processos de entrega de serviço: Gestão de Nível de Serviço, Gestão de Disponibilidade, Gestão de Capacidade, Gestão de Continuidade de Serviços TIC e Gestão Financeira para Serviços de TIC
  1. Nenhuma das anteriores.
TESTE 07
De acordo com as fontes, a distinção entre Governança de TIC e Gestão de TIC, baseada no COBIT 5, é que:
  1. Governança assegura que a TI apoie eficazmente os objetivos e estratégias da organização, gerencie riscos e otimize recursos, enquanto Gestão é responsável pela execução da orientação definida pela Governança.
  1. Governança é responsável pela execução da orientação, enquanto Gestão assegura que a TI apoie objetivos e estratégias organizacionais.
  1. Governança foca nas operações diárias, enquanto Gestão foca no alinhamento estratégico.
  1. Governança lida com detalhes técnicos, enquanto Gestão lida com suporte ao usuário.
  1. Governança é apenas para grandes empresas, enquanto Gestão é para empresas menores.
TESTE 08
A tecnologia de rede e telecomunicações, como um componente da infraestrutura de TI, é primariamente responsável por:
  1. Organizar e processar os dados da organização.
  1. Administrar os recursos e atividades do computador.
  1. Gerenciar as instalações físicas de TI.
  1. Desenvolver novas aplicações de software.
  1. Fornecer a conectividade necessária para interligar computadores e outros dispositivos.
TESTE 09
Qual das seguintes alternativas melhor descreve o propósito geral da Infraestrutura de TI no contexto empresarial, conforme abordado nas fontes?
  1. Gerar relatórios detalhados para a gerência sênior.
  1. Prover a base de hardware, software, gestão de dados, redes e serviços necessária para que os sistemas de informação suportem as operações da organização.
  1. Gerenciar exclusivamente os relacionamentos com fornecedores externos.
  1. Focar-se unicamente no desenvolvimento de novas tecnologias inovadoras.
  1. Reduzir o número de funcionários necessários de TI.
TESTE 10
Qual componente da infraestrutura de TI envolve o software para organizar e processar os dados da organização?
  1. Hardware
  1. Software
  1. Tecnologia de rede e telecomunicações
  1. Tecnologia de gestão de dados
  1. Serviços de tecnologia

3.5.2 Resposta dos testes de multipla escolha

Alternativa Resposta correta
01 C
02 D
03 C
04 E
05 D
06 D
07 A
08 E
09 B
10 D

3.5.3 Hardware - Inventário

Exercício 1 - Você precisa levantar o montante de capital para comprar equipamentos que vão informatizar a empresa com o seguinte layout.

A empresa tem 9 departamentos: Presidência com 3 funcionários, diretoria com 9 funcionários, departamento de TI 5 funcionários, departamento jurídico com 1 funcionário ,departamento de contabilidade com 5 funcionários, departamento de Recursos Humanos 3 funcionários, Departamento de Vendas 10 funcionários, Departamento de compras com 5 funcionários, Loja física com 10 funcionários e departamento de recursos materiais 5 funcionários. Com exceção dos funcionários da loja física, todos os funcionários usam um computador de mesa, uma mesa, um monitor 21 polegadas, uma cadeira e 1 telefone IP.

Baseado nestas informações, monte a distribuição de funcionários e equipamentos:

Tabela 1 - Funcionários e equipamentos por departamento
Departamento Funcionários ComputadoresdeMesa Mesas Monitores21” Cadeiras TelefonesIP
Presidência 3 3 3 3 3 3
Diretoria 9 9 9 9 9 9
DepartamentodeTI 5 5 5 5 5 5
DepartamentoJurídico 1 1 1 1 1 1
DepartamentodeContabilidade 5 5 5 5 5 5
DepartamentodeRH 3 3 3 3 3 3
DepartamentodeVendas 10 10 10 10 10 10
DepartamentodeCompras 5 5 5 5 5 5
LojaFísica 10 0 0 0 0 0
DepartamentodeRecursosMateriais 5 5 5 5 5 5
Total 56 51 51 51 51 51

Os equipamentos serão adquiridos em leilão. O melhor preço encontrado para cada item foi o seguinte:

  1. Computador de mesa : R$ 4.289,00

  2. Monitores 21’ : R$ 422,92

  3. Mesas : R$ 195,00

  4. Cadeiras : R$ 24,51

  5. Telefones IP : R$ 589,34

Calcule:

  1. Qual o INVESTIMENTO de cada departamento com cada equipamento ?

  2. Qual o INVESTIMENTO da empresa com cada classe de equipamento ?

Departamento Computadores Monitores Mesas Cadeiras TelefonesIP
Presidência R$ 12.867,00 R$ 1.268,76 R$ 585,00 R$ 73,53 R$ 1.768,02
Diretoria R$ 38.601,00 R$ 3.806,28 R$ 1.755,00 R$ 220,59 R$ 5.304,06
DepartamentodeTI R$ 21.445,00 R$ 2.114,60 R$ 975,00 R$ 122,55 R$ 2.946,70
DepartamentoJurídico R$ 4.289,00 R$ 422,92 R$ 195,00 R$ 24,51 R$ 589,34
DepartamentodeContabilidade R$ 21.445,00 R$ 2.114,60 R$ 975,00 R$ 122,55 R$ 2.946,70
DepartamentodeRH R$ 12.867,00 R$ 1.268,76 R$ 585,00 R$ 73,53 R$ 1.768,02
DepartamentodeVendas R$ 42.890,00 R$ 4.229,20 R$ 1.950,00 R$ 245,10 R$ 5.893,40
DepartamentodeCompras R$ 21.445,00 R$ 2.114,60 R$ 975,00 R$ 122,55 R$ 2.946,70
LojaFísica R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00
DepartamentodeRecursosMateriais R$ 21.445,00 R$ 2.114,60 R$ 975,00 R$ 122,55 R$ 2.946,70
TotalGeral R$ 218.739,00 R$ 21.146,00 R$ 9.750,00 R$ 1.225,50 R$ 29.467,00
  1. Qual o INVESTIMENTO de cada departamento com TIC ?

  2. Qual o INVESTIMENTO necessário em TIC para informatizar a empresa ?

Departamento Custo total TIC Por departamento R$ Custo total de TIC da empresa R$
Presidência R$ 16.562,31 R$ 280.328,50
Diretoria R$ 49.686,93
Departamentode TI R$ 27.603,85
Departamento Jurídico R$ 5.520,77
Departamentode Contabilidade R$ 27.603,85
Departamentode RH R$ 16.562,31
Departamentode Vendas R$ 55.207,70
Departamentode Compras R$ 27.603,85
Loja Física R$ 0,00
Departamento de Recursos Materiais R$ 27.603,85

3.6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FUNDAMENTOS EM GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS EM TI BASEADO NO ITIL - Flavio Pinheiro - 2006

ITIL V2 SERVICE SUPPORT - PROCESSMAP - acessado em https://wiki.en.it-processmaps.com/index.php/Service_Support

ITIL V2 SERVICE DELIVERY - PROCESSMAP - acessado em https://wiki.en.it-processmaps.com/index.php/Service_Delivery

“Sistemas de Informação Gerenciais” de Kenneth C. Laudon e Jane P. Laudon, 11ª edição - PÁG 35 a 71

4 COBIT - Objetivos de controle para tecnologias de informação e relacionadas

COBIT (Control Objectives for Information and Related Technologies) é uma estrutura de governança e gestão de TIC. Ela foi desenvolvida pela ISACA (Information Systems Audit and Control Association) e é usada para orientar as empresas na implementação de TIC.

O termo “Objetivos de Controle” remete a idéia de “métricas” para qualificar e dimensionar o uso da infraestrutura de TIC disponível. Então de alguma forma vamos ter que mensurar todos os processos como veremos mais adiante.

4.0.1 Governaça de TIC versus Gestão de TIC

Muito se confunde governança de TIC com gestão de TIC. Vamos ver como o COBIT versão 5 diferencia esses dois termos:

GOVERNANÇA DE TIC: Conjunto de práticas e processos que asseguram que a TI apoia eficazmente os objetivos e as estratégias da organização, gere valor a partir dos investimentos em TI, gerencie os riscos relacionados à TI e otimize a utilização dos recursos e capacidades de TI.
GESTÃO DE TIC: uso ponderado de recursos (pessoas, processos, práticas, etc.) para atingir determinados objetivos relacionados à tecnologia da informação, sendo responsável pela execução da orientação definida pelo órgão de governança. A gestão de TI diz respeito ao alinhamento das atividades de planejamento, desenvolvimento, organização e controle operacional com a orientação definida pelo órgão de governança, e à geração de relatórios sobre essas atividades.

Colocando de forma bem simplista, enquanto a Governança de TIC cria Processos e Políticas de TI alinhadas aos objetivos da empresa, a Gestão de TIC aplica os recursos disponíveis de TIC de forma inteligente.

4.0.2 Os 5 Princípios do COBIT

O modelo COBIT 5 é baseado em cinco princípios básicos para a governança e gestão de TI da organização. Estes princípios são:

4.0.2.1 1º Princípio: Atender às Necessidades das Partes Interessadas

As organizações existem para criar valor para suas Partes interessadas, mantendo o equilíbrio entre a realização de benefícios e a otimização do risco e uso dos recursos. O COBIT 5 fornece todos os processos necessários e demais habilitadores para apoiar a criação de valor para a organização com o uso de TI. Cada organização pode personalizar o COBIT 5 de acordo com seu contexto específico por meio da cascata de objetivos, traduzindo objetivos corporativos de alto nível em objetivos de TI específicos e gerenciáveis, que são então mapeados em práticas e processos específicos.

4.0.2.2 2º Princípio: Cobrir a Organização de Ponta a Ponta

O COBIT 5 integra a governança corporativa de TI à governança corporativa:

Processos de Negócio x Processos de TIC Cobre todas as funções e processos corporativos, considerando a tecnologia da informação e tecnologias relacionadas como ativos que devem ser tratados como qualquer outro ativo por todos na organização
Alinamento de Gestores e Fornecedores Considera todos os habilitadores de governança e gestão de TI aplicáveis em toda a organização, de ponta a ponta, incluindo tudo e todos - interna e externamente - que forem considerados relevantes para a governança e gestão das informações e de TI da organização

4.0.2.3 3º Princípio: Aplicar Um Modelo Único Integrado

Existem muitas normas e boas práticas relacionadas a TI, cada qual fornecendo orientações para um conjunto específico de atividades de TI. O COBIT 5 se alinha a outros padrões e modelos importantes em um alto nível e, portanto, pode servir como um modelo unificado para a governança e gestão de TI da organização.

4.0.2.4 4º Princípio: Permitir uma Abordagem Holística

Uma governança e gestão eficiente e eficaz de TI da organização requer uma abordagem holística, levando em conta seus diversos componentes interligados. O COBIT 5 define um conjunto de sete categorias de habilitadores para apoiar a implementação de um sistema abrangente de gestão e governança de TI da organização.

Item Princípios, Políticas e Modelos
01 Processos
02 Estruturas Organizacionais
03 Cultura, Ética e Comportamento
04 Informação
05 Serviços, Infraestrutura e Aplicativos
06 Pessoas, Habilidades e Competências

4.0.2.5 5º Princípio: Distinguir a Governança da Gestão

O modelo do COBIT 5 faz uma clara distinção entre governança e gestão. Essas duas disciplinas compreendem diferentes tipos de atividades, exigem modelos organizacionais diferenciados e servem a propósitos diferentes. A governança garante que as necessidades, condições e opções das Partes Interessadas sejam avaliadas a fim de determinar objetivos corporativos acordados e equilibrados; definindo a direção através de priorizações e tomadas de decisão; e monitorando o desempenho e a conformidade com a direção e os objetivos estabelecidos.

4.1 Cobit Aferição de Performance

4.1.1 KPI - indicadores-chave de desempenho

KPIs (Key Performance Indicator) ou indicadores-chave de desempenho são definidos como uma métrica quantificável usada para monitorar o progresso na realização dos objetivos comerciais. Mais especificamente, um KPI fornece informações sobre o desempenho do ativo mais importante de uma organização: as pessoas.

Os KPIs são considerados o molho secreto da estratégia empresarial moderna, e todos estão qualificados para utilizá-los. Indicadores-chave de desempenho eficazes permitem que as pessoas tomem decisões precisas e rápidas.

KPIs bem projetados podem capacitar as equipes a resolver ineficiências, eliminar solicitações que consomem muito tempo e alinhar tarefas e projetos com metas de toda a empresa.
As empresas devem se concentrar nas métricas que têm o maior impacto sobre sua sustentabilidade. Ao focar em projetos, ferramentas e sistemas que realmente fazem a diferença, as empresas constroem um roteiro para maximizar sua velocidade em direção ao crescimento da receita.
É crucial identificar as métricas de negócios diretamente relacionadas às metas de negócios. Diferentes áreas terão diferentes KPIs (vendas, produtos, finanças). É importante entender o que cada área quer alcançar e seus critérios de sucesso. Um KPI que não contribui para uma meta de negócios deve ser descartado.
Após identificar as métricas, elas devem ser organizadas em indicadores principais (de avanço) e indicadores secundários (de atraso). Os indicadores de avanço mostram se é necessário ajustar a estratégia para alcançar o resultado desejado, enquanto os indicadores de atraso determinam o desempenho dos processos em um período mais longo.
Os KPIs devem ser claros e específicos e compreensíveis por toda a empresa.
É recomendado colocar os KPIs em uma ferramenta remota para registrar e monitorar o progresso, pois relatórios em formatos tradicionais podem se tornar rapidamente desatualizados e menos acessíveis. O ClickUp é apresentado como uma ferramenta para essa finalidade, oferecendo dashboards personalizáveis.
Monitorar KPIs como uma equipe ajuda a definir critérios claros e mensuráveis para o sucesso, permitindo que as equipes trabalhem para atingir metas específicas e medir continuamente seu progresso, o que pode levar a maior envolvimento e motivação.
A seleção dos KPIs adequados dependerá do propósito, das metas e dos objetivos da equipe, bem como da análise do desempenho anterior e de fatores externos.
Se uma equipe não estiver atingindo as metas de KPI, é importante identificar a causa raiz do problema e garantir que os KPIs sejam alcançáveis, relevantes e realistas.

4.1.2 Exemplos de KPIs

4.1.2.1 Performance de Vendas

Indicadores de performance para o departamento de vendas;

KPI Descrição
Custo de aquisição de clientes O custo total de aquisição de um cliente (inclui custos gastos no processo de vendas e por meio de esforços de marketing).
Atividades de vendas por representante O número total de tarefas concluídas em um determinado período de tempo.
Taxa de conversão de leads em clientes A porcentagem de leads convertidos em seu processo de vendas.
Receita total de vendas A receita total gerada por seus produtos em um período definido.

4.1.2.2 Performance de Operações de um setor

Indicadores de performance para uma operação de um departamento ou setor;

KPI Descrição
Duração do ciclo de vendas O tempo médio que leva entre o contato inicial e o fechamento.
Horas extras O número de horas trabalhadas por um funcionário além de suas horas de trabalho normalmente programadas.
Processos desenvolvidos O número de melhorias feitas nas operações atuais.
Custos de inventário O valor total de todas as despesas relacionadas ao armazenamento de mercadorias não vendidas.
Utilização do espaço de escritório A porcentagem do espaço de escritório usado pelos funcionários.
Uso de vantagens da empresa A porcentagem de vantagens usadas pelos funcionários.

4.1.2.3 Performance financeira da empresa

Indicadores de performance para setor financeiro da empresa;

KPI Descrição
Retorno sobre o patrimônio líquido A medida de desempenho financeiro com base no lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido.
Margem de lucro líquido A quantidade de dinheiro que sua empresa tem após todas as despesas terem sido deduzidas da receita total.
Custo dos produtos vendidos O custo total de fabricação dos produtos que uma empresa vende (exclui despesas com vendas, administração e marketing).
Índice de dívida para patrimônio líquido A proporção do total de passivos da empresa em relação ao patrimônio líquido.
Fluxo de caixa livre A quantidade de dinheiro restante após as despesas de capital.

4.1.2.4 Performance de um website

Indicadores de performance para interações em um website;

KPI Descrição
Proporção de tráfego para MQL A proporção entre a plataforma de tráfego total gerada e o número de leads qualificados para marketing provenientes desse tráfego.
Erros de rastreamento O número de URLs que são inacessíveis para o Googlebot quando ele examina suas páginas.
Taxa de rejeição O número de pessoas que saíram de seu site em apenas alguns segundos após a chegada.
Usabilidade móvel A velocidade e o desempenho da sua página de destino em telefones e guias.
Tráfego de referência O número de pessoas que visitam seu site a partir de suas mídias sociais.

4.1.2.5 Performance de inicialização de clientes

Indicadores de performance para início de relacionamento com clientes;

KPI Descrição
Valor da vida útil do cliente A receita que sua empresa pode esperar de contas de clientes individuais.
Taxa de ativação A porcentagem de usuários que concluem qualquer evento importante no processo de integração.
Runway O número de meses que a empresa pode operar antes de ficar sem dinheiro.
Duração média do ciclo de vendas O número de dias que leva para fechar um negócio, em média.
Burn mensal O montante de dinheiro gasto por mês.

4.1.2.6 Performance de inicialização de clientes

Indicadores de performance para início de relacionamento com clientes;

KPI Descrição
Valor da vida útil do cliente A receita que sua empresa pode esperar de contas de clientes individuais.
Taxa de ativação A porcentagem de usuários que concluem qualquer evento importante no processo de integração.
Runway O número de meses que a empresa pode operar antes de ficar sem dinheiro.
Duração média do ciclo de vendas O número de dias que leva para fechar um negócio, em média.
Burn mensal O montante de dinheiro gasto por mês.

4.1.2.7 Performance de Produtos

Indicadores de performance para Produtos;

KPI Descrição
Net Promoter Score (NPS) O número que indica se seus usuários estão prontos para recomendar seu produto a amigos, colegas etc..
Escalonamentos de tíquetes de suporte O número de tíquetes transferidos para um gerente de suporte ao cliente de nível superior para serem resolvidos.
Índice de satisfação do cliente (CSAT) A taxa de escala da experiência geral de um cliente com o produto, serviço ou funcionário de uma empresa.
Velocidade O número total de testes manuais e automatizados realizados.
Daily Active User O número de usuários ativos por dia.

4.2 Exercícios de Fixação

4.2.1 Testes de múltipla escolha

TESTE 01
De acordo com a distinção feita pelo COBIT 5, qual das alternativas abaixo descreve corretamente as responsabilidades principais da Governança de TIC?
A) Uso ponderado de recursos (pessoas, processos, práticas, etc.) para atingir determinados objetivos relacionados à tecnologia da informação.
B) Alinhamento das atividades de planejamento, desenvolvimento, organização e controle operacional com a orientação definida e a geração de relatórios sobre essas atividades.
C) Garantir que as necessidades, condições e opções das Partes Interessadas sejam avaliadas, definindo a direção através de priorizações e tomadas de decisão, e monitorando o desempenho e a conformidade com a direção e os objetivos estabelecidos.
D) Execução da orientação definida pelo órgão de governança, aplicando os recursos disponíveis de TIC de forma inteligente.
E) Controle operacional dos serviços de TI, sejam internos ou externos, e garantia de que a estratégia de negócios seja suportada de maneira controlada.
TESTE 02
Um dos principais objetivos do COBIT é oferecer um framework abrangente que auxilia as organizações a otimizar o valor gerado pela TI. Conforme as fontes, quais são outros objetivos principais do COBIT?
A) Descrever melhores práticas para gerenciamento de serviços de TI, focando na manutenção e operação da Infraestrutura de TI e no gerenciamento de incidentes e problemas,.
B) Permitir que a TI seja governada e gerenciada de forma holística para toda a organização e criar uma linguagem comum entre TI e negócios para a governança e gestão de TI corporativa.
C) Fornecer gerenciamento da TI com maior controle sobre os Ativos de TI (IC’s) da organização e criar e manter uma Base de Dados do Gerenciamento da Configuração (BDGC).
D) Definir critérios claros e mensuráveis para o sucesso, permitindo que as equipes trabalhem para atingir metas específicas enquanto medem continuamente seu progresso.
E) Identificar pontos fracos e desencadeadores para criar um desejo de mudança nos níveis de gestão executiva, definindo o escopo da implementação.
TESTE 03
O COBIT 5 é baseado em cinco princípios básicos para a governança e gestão de TI. O Quarto Princípio é “Permitir uma Abordagem Holística”,. De acordo com as fontes, o que este princípio envolve?
A) Integrar a governança corporativa de TI à governança corporativa, cobrindo todas as funções e processos corporativos, e considerando a TI como ativo a ser tratado por todos na organização.
B) Assegurar que as necessidades, condições e opções das Partes Interessadas sejam avaliadas a fim de determinar objetivos corporativos acordados e equilibrados.
C) Levar em conta diversos componentes interligados (habilitadores) para uma governança e gestão eficiente e eficaz de TI da organização, definindo sete categorias de habilitadores.
D) Alinhar-se a outros padrões e modelos importantes em um alto nível, servindo como um modelo unificado para a governança e gestão de TI da organização.
E) Fazer uma clara distinção entre governança e gestão, compreendendo diferentes tipos de atividades, modelos organizacionais diferenciados e propósitos diferentes.
TESTE 04
Conforme descrito nas fontes, qual é um dos propósitos fundamentais dos indicadores-chave de desempenho (KPIs) eficazes?
A) Servir como métricas quantitativas para relatórios diários de status de projetos.
B) Permitir que as pessoas tomem decisões precisas e rápidas.
C) Determinar quão bem os processos e atualizações são realizados em um período de tempo mais curto para ajustes imediatos.
D) Substituir a necessidade de um Banco de Dados de Gerenciamento da Configuração (CMDB) para controle de ativos de TI.
E) Focar exclusivamente em indicadores de atraso para determinar o desempenho dos processos em um período mais longo.
TESTE 05
As fontes mencionam a organização de métricas em duas categorias de indicadores-chave de desempenho. Quais são essas categorias e suas características principais?
A) Indicadores Internos e Externos: Medem o desempenho dentro da organização e em relação ao mercado.
B) Indicadores de Curto Prazo e Longo Prazo: Medem resultados imediatos e resultados acumulados ao longo do tempo.
C) Indicadores Financeiros e Não Financeiros: Medem o impacto na receita/custos e em outros aspectos como satisfação do cliente ou produtividade.
D) Indicadores Principais (de Avanço) e Indicadores Secundários (de Atraso): Os de avanço indicam a necessidade de ajustar a estratégia, enquanto os de atraso determinam o desempenho em um período mais longo.
E) Indicadores SMART e Não SMART: Indicadores que são específicos, mensuráveis, acionáveis, pertinentes e tempestivos versus aqueles que não são.
TESTE 06
O princípio do COBIT 5 “Permitir uma Abordagem Holística”, define um conjunto de sete categorias de habilitadores,, para apoiar a implementação de um sistema abrangente de governança e gestão de TI,. Qual das alternativas abaixo apresenta uma dessas categorias de habilitadores?
A) Serviços, Infraestrutura e Aplicativos.
B) Domínio Avaliar, Dirigir e Monitorar (EDM).
C) Gerenciamento de Incidentes.
D) Gerenciamento da Continuidade de Serviços TIC.
E) Modelo de Capacidade de Processo.

4.2.2 Resposta dos testes de multipla escolha

Alternativa Resposta correta
01 C
02 B
03 C
04 B
05 D
06 A

5 Tomada de Decisão de Gestão do Conhecimento: Business Inteligence

( Consultar livro LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. Sistemas de informação gerenciais. 11. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010. p. 180. )

O que é Business Inteligente (Inteligência Empresaria) ?

Business Intelligence (BI) refere-se à infraestrutura para coletar, armazenar, analisar e fornecer dados que podem ajudar os gerentes a tomar melhores decisões. Essencialmente, BI transforma dados brutos em informações úteis e insights para apoiar a tomada de decisão organizacional. [2] Ralph Kimball - Datawarehouse Toolkit (2013)

5.1 Introdução: Visitando a teoria de Bancos de Dados

Banco de Dados é um conjunto de arquivos relacionados entre si com registros sobre algum assunto: pessoas, lugares ou coisas. [[1] - LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. *Sistemas de informação gerenciais*. 11. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010. p. 180.]

Banco de Dados Relacional é um tipo comum de banco de dados que organiza os dados em tabelas (denominadas entidades) com colunas e linhas [[1] - LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. *Sistemas de informação gerenciais*. 11. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010. p. 180.]

O Banco de Dados Relacional organiza as informações em tabelas bidiomensionais constituídas de linhas e colunas chamadas e essas tabelas recebem o nome de relações. Cada relação possui um campo-chave que confere identificação exclusiva a cada registro da tabela.

5.1.1 Modelo Conceitual “Entidade Relacionamento” de Banco de Dados

O Modelo Entidade-Relacionamento (MER), proposto por Peter Chen em 1976, é uma ferramenta fundamental na modelagem de dados. É um modelo de dados de alto nível que descreve a estrutura conceitual de um banco de dados. O Modelo Entidade-Relacionamento (MER) é representado graficamente através de um DER (Diagrama Entidade-Relacionamento).

É utilizado para projetar Bancos de Dados Relacionais a partir de entrevistas onde se descreve as informações que se deseja armazenar de forma consistente. Exemplo:

Desenhe um diagrama entidade-relacionamento DER contendo as entidades funcionarios e departamentos. A entidade ”funcionários” possui os atributos ”nome” e ”CPF”. A entidade ”Departamentos” possui os atributos ”Nome” e ”sigla”. O atributo ”CPF” é chave primária da entidade ”Funcionários”. O atributo ”sigla” é chave primária da entidade ”Departamentos”. As entidades ”Funcionários” e ”Departamentos” se relacionam através de um relacionamento chamado ”Pertence”.”

Segundo Laudon

Diagrama Entidade/Relacionamento (DER) é uma representação esquemática utilizada para entender as relações entre as tabelas de um banco de dados relacional. [[1] - LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. *Sistemas de informação gerenciais*. 11. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010. p. 180.]

5.1.2 Composição e Significado do Diagrama Entidade Relacionamento (DER)

Nome Desenho Significado
Entidade

Representa uma tabela e é identificada

no texto por um substantivo.

Nome Desenho Significado
Atributo Representa uma coluna e é identificada no texto por um adjetivo.
Nome Desenho Significado
Relacionamento

Representa uma Referência e é identificada

no texto por um Verbo.

5.1.3 Geração do modelo Físico para aplica-lo ao SGBD (Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados):

Uma vez que o modelo conceitual seja gerado, o analista pode mapea-lo para um “modelo físico” onde se mapeiam chaves primárias e chaves forasteiras nas tabelas.

Após a geração do modelo físico pode-se gerar o SQL que monta a estrutura do Banco de Dados.

-- Exemplo testado e gerado no SGBD Postgres versão 15

-- Tabela Funcionários
CREATE TABLE IF NOT EXISTS "public".funcionarios
(
    cpf bigint NOT NULL,
    nome varchar(200)
);

-- Tabela Departamentos

CREATE TABLE IF NOT EXISTS "public".departamentos
(
    sigla integer NOT NULL,
    nome varchar(200)
);

-- Definindo a coluna "cpf" da tabela "funcionários" como chave primária
alter table "public".funcionarios add constraint "chave_primaria_funcionarios" primary key (cpf);

-- Definindo a coluna "sigla"" da tabela "departamentos" como chave primária
alter table "public".departamentos add constraint "chave_primaria_departamentos" primary key (sigla);

-- Gerando a integridade referêncial 
-- Importando a chave primária da tabela "departamentos" como "chave estrangeira"
-- na tabela "funcionários"

-- primeiro adiciona-se a coluna estrageira "sigla" que é coluna originalmente 
-- pertencente a tabela departamentos
alter table "public".funcionarios add column sigla integer;

-- finalmente conecte a coluna sigla a chave primária da tabela "departamento"
-- criando então uma chave estrageira na tabela "funcionários".
alter table "public".funcionarios add constraint "Chave_estrangeira_Departamento_funcionarios" foreign key (sigla) references "public".departamentos(sigla);

5.2 Normalização em Bancos de Dados Relaionais

5.2.1 Tabela Desnormalizada

Considere a tabela Veículos abaixo:

Modelo Montadora
Strada Fiat
Mobi Fiat
Pulse Fiat
Onix Chevrolet
Tracker Chevrolet
Onix Plus Chevrolet
Polo Volkswagen
Nivus Volkswagen
T-Cross Volkswagen
HB20 Hyundai
Creta Hyundai

Separamos o conjunto de elemntos Montadoras e Modelos.

MontadoraID Montadora
1 Fiat
2 Chevrolet
3 Volkswagen
4 Hyundai
ModeloID Modelo
101 Strada
102 Mobi
103 Pulse
201 Onix
202 Tracker
203 Onix Plus
301 Polo
302 Nivus
303 T-Cross
401 HB20
402 Creta

O processo de fragmentar agrupamentos complexos de dados e simplifica-los a fim de minimizar redundâncias e economizar espaço no Banco de Dados Relacional é chamado de NORMALIZAÇÃO. [[1] - LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. *Sistemas de informação gerenciais*. 11. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010. p. 180.]

Mas Como indicar que cada elemento da tabela “Modelo” está associado a um elemento da tabela “Montadora” ?

5.2.2 Tabela Normalizada

Considere as tabelas abaixo:

MontadoraID Montadora
1 Fiat
2 Chevrolet
3 Volkswagen
4 Hyundai
ModeloID Modelo MontadoraID
101 Strada 1
102 Mobi 1
103 Pulse 1
201 Onix 2
202 Tracker 2
203 Onix Plus 2
301 Polo 3
302 Nivus 3
303 T-Cross 3
401 HB20 4
402 Creta 4

Repare que:

  • É possível identificar que não existem montadoras repetidas na tabela “Montadoras”;

  • É possível identificar que não existem modelos repetidos na tabela “Montadoras”;

A coluna (atributo) ModeloID é a chave primária da tabela Modelos. A coluna (atributo) MontadoraID é a chave primária da tabela Montadoras.

Na tabela Modelos, a coluna MontadoraID, acrescentada a tabela Modelos representa a ligação de cada elemento da tabela Modelos e Montadoras. Essa coluna “importada” da tabela Montadoras para a tabela Modelos se chama chave estrangeira.

5.3 Regimes de operação de um Banco de Dados Relacional

Os Sistemas de Gerenciamento de Bancos de Dados Relacionais podem operar dentro de dois regimes de uso:

  • OLTP

  • OLAP

5.3.1 Regime OLTP

O regime de trabalho OLTP é voltado a transações, ou seja, os dados estão frequentemente sendo lidos e escritos e a quantidade de dados trafegada é pequena.

OLTP ou Online Transaction Processing (Processamento de Transações Online, em português) serve para designar os sistemas operacionais com dados transacionais. 

5.3.2 Regime OLAP

O regime de trabalho OLAP é voltado a análises, ou seja, os dados estão sendo lidos esporadicamente e a quantidade de dados trafegada a cada leitura é grande!

Por outro lado, o OLAP ou Online Analytical Processing (Processamento Analítico Online), é uma habilidade para executar dentro do Data Warehouse e realizar análises dos grandes volumes de dados.

5.4 Data Warehouse

Para que um banco de dados relacional opere corretamente em regime de análise (OLAP, de onde vem o termo analytics), é necessário uma organização de tabelas voltada a esse propósito.

Esse banco de dados organizado voltado a análise é o Data Warehouse.

Data Warehouse (DW) não é simplesmente um repositório de dados, mas sim um sistema complexo cujo principal objetivo é apoiar a tomada de decisão gerencial - [2] Ralph Kimball - Datawarehouse Toolkit (2013)

5.5 Por que construir um Data Warehouse ?

Frequentemente em um banco de dados relacional operando em regime transacional (OLTP), as tabelas são normalizadas.

O Banco de Dados Transacional abaixo possui as seguintes tabelas:

CADASTROS
Produtos
Fornecedores
Categorias
Notas Fiscais
Endereço de Clientes
Clientes
Formas de Pagamentos
vendedores

Verifique se os dados das tabelas abaixo conseguem resolver o caso do cliente abaixo:

Hoje vendemos muito, temos lucro, mas não sei qual categoria, fornecedor ou produto me dá mais lucro. Não estou interessado em quantidade. Preciso de analises sumarizadas. Hoje não me interessa saber quantas vendas tem um vendedor e sim o total vendido, pois os mesmos podem recomendar produtos para os nossos clientes. Também gostaria de sabe meus custos por sazonalidade. Preciso saber em que época do ano gasto mais para controlar meus investimentos em estoque ou contratações. Saber qual cliente compra mais comigo em termos totais também seria uma boa ideia. Outra necessidade é um relatório com os dados dos meus clientes, pois a enviar mala direta vai ser uma prática da empresa. Não estou seguro se uma análise por categoria ou fornecedor seria útil. A sua equipe também pode disponibilizar o que achar relevante para o negócio.

  • Quem são os melhores clientes?

  • Quem são os melhores vendedores?

  • Qual categoria rende mais?

  • Qual a minha relação com os fornecedores?

  • Qual meu pior e melhor produto?

  • Em qual região eu vendo mais?

5.5.1 RESOLVENDO ANTES DE USAR BI: RELATÓRIOS:

Se pensarmos na teoria dos conjuntos temos 7 deles: Produtos, Fornecedores, Categorias, Notas Fiscais, Endereço de Clientes, Clientes, Formas de Pagamentos, vendedores.

Podemos pensar em um relatório de Vendas como sendo uma espécie produtos carteziano entre os conjuntos

( nota_fiscal x item_nota x cliente x vendedor x produto x forma_pagamento x fornecedor )

desde que os elementos de cada conjunto fossem todos “pareados” entre sí.

O resultado seria:

Quem é o melhor Cliente ? Cliente 633

Quem é o melhor Vendedor ? Empate entre o vendedor 24 e o vendedor 5

Qual categoria vende mais ? Produto da categoria 427 e categoria 416

O problema: Gerar Relatórios consome recursos de memória e processamento no Banco.

A solução: Criar um banco separado com os relatórios feitos: o Data WareHouse.

5.6 Anatomia de um Data Warehouse: o modelo Estrela (STAR)

Um Banco de dados em disposição Data Warehouse é composto por dois tipos de tabelas principais que vão gerar os relatórios:

TABELA FATO;

TABELAS DE DIMENSÕES:

5.6.1 Tabela Fato

A tabela fato é o coração do Modelo de banco de Dados Data WareHouse. Segundo Ralph Kimball

A tabela fato armazena Métricas/Fatos, ou seja armazena os dados quantitativos e numéricos que se deseja analisar. Estes são os “fatos” do processo de negócio, como Valor_Venda, Quantidade_Itens, Custo_Produto, Numero_Chamadas, Duracao_Sessao.

A tabela Fato possui um conjunto de colunas que são chaves estrangeiras (foreign keys). Cada uma dessas chaves aponta para a chave primária de uma das tabelas de dimensão associadas. É através dessas chaves que a tabela fato se conecta às tabelas de dimensão que fornecem o contexto descritivo para os fatos.

5.6.2 Tabelas Dimensões

As tabelas Dimensões são as fiéis companheiras de uma Tabela Fato no modelo de banco de Dados Data WareHouse. Segundo Ralph Kimball

As tabelas Dimensões contém atributos descritivos, ou seja armazena os atributos textuais e categóricos que descrevem os aspectos do negócio. São eles que respondem às perguntas “quem, o quê, onde, quando, como, por quê” sobre os fatos. Exemplos incluem Nome_Cliente, Cidade_Cliente, Nome_Produto, Categoria_Produto, Marca, Nome_Loja, Data_Completa, Dia_Semana, Mes, Ano, etc.

Considere o Data WareHouse abaixo:

Tabela Fato: Tabelas de Dimensões:
fato dim_cliente, dim_forma, dim_fornecedor, dim_nota, dim_produto, dim_tempo, dim_vendedor

5.7 Quais as etapas para construir um Data WareHouse

5.7.1 1 - Modelar um SGBD o mais desnormalizado possível

As tabelas do Bando de dados Relacional devem estar o mais normalizadas possível para que se possa gerar relatórios com SQL.

5.7.2 2 - Criar um Banco de dados ou esquema de Estágio

A Área de Estágio deve ser uma cópia das tabelas Fatos e Dimensões do Data WareHouse sem regras de integridade;

O processo de se Transferir dados das tabelas OLTP para Área de Estágio e, em seguida, para o Data WareHouse é chamado de ETL ( Extração, Transformação e Carga);

5.7.3 3 - Modelar um Data WareHouse criando sua tabela Fato e suas Tabelas Dimensões

A tabela Fato deve ser modelada enquadrando os eventos em janelas de tempo (meses, semanas, dias, anos); Exempo: Vendas x Dia , Vendas x Semana, Vendas x Mês , Vendas x Ano.

As tabelas de Dimensões são praticamente cópias das tabelas de cadastros; Podem ter algum grau de Desnormalização (ex Tabela Cliente e Tabela endereço podem ser fundidas em uma tabela única denominada dim_Clientes);

Nota: Verificar scripts SQL na pasta “exercicios\BusinessInteligence\01

5.8 Cubos

São porções das tabelas do Data WareHouse que são carregadas em memória.

Característica Data Warehouse (DW) Cubo
Função Repositório central, integração, storage Estrutura otimizada para consulta e análise
Escopo Amplo, dados de toda a empresa Focado em processos/áreas específicas
Estrutura Relacional (Star/Snowflake Schema) Multidimensional
Dados Detalhados e históricos, integrados Agregados, sumarizados, derivados do DW
Otimização Armazenamento, integração, consistência Velocidade de consulta, análise interativa
Relação É a fonte de dados para o Cubo É construído sobre (ou a partir) do DW

5.9 Referências:

[1] - LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. *Sistemas de informação gerenciais*. 11. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010. p. 180.

[2] - KIMBALL, Ralph; ROSS, Margy. The Data Warehouse Toolkit: The Definitive Guide to Dimensional Modeling. 3. ed. Hoboken, NJ: John Wiley & Sons, 2013.

6 TECNOLOGIAS EMERGENTES E INOVAÇÃO EM TIC

6.1 VIRTUALIZAÇÃO E CONTINENTIZAÇÃO

6.2 BIG DATA

6.3 ASSISTENTES INTELIGENTES

7 GESTÃO DO CONHECIMENTO EM TIC

7.1 Conceitos e Práticas de Gestão do Conhecimento

7.2 Implementação e Desafios da Gestão do Conhecimento

8 APLICATIVOS DE PRODUTIVIDADE E ESCRITÓRIO I

8.1 Planilhas Eletrônicas

8.2 Processadores de Texto

9 APLICATIVOS DE PRODUTIVIDADE E ESCRITÓRIO II

9.1 Ferramentas de Apresentação

9.2 Tecnologias de Comunicação e Colaboração